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Portugueses fazem as escolhas possíveis tal como há 52 anos, diz Mariana Leitão da Iniciativa Liberal
No primeiro discurso como líder do partido, Mariana Leitão saudou a mudança política que o 25 de Abril trouxe, com o “fim do império” virado para África e a “adesão à comunidade de estados europeus”.
Argumenta que essa foi a escolha dos portugueses que emigravam e faziam negócios com a Europa.
O 25 de Abril “não foi uma imposição política”, os portugueses “anteciparam-se da maneira que lhes era possível”.
Salientou a Revolução de Abril como “o início da terceira vaga de democratização que varreu o mundo até ao final do século XX” e que “por um momento voltámos a ser pioneiros”.
No entanto, após décadas de “estagnação” e “pântano”, a situação no país “alimentou oportunistas da esquerda à direita que dão voz à zanga, mas não às soluções”
Perante a “estagnação do nível de vida”, os portugueses “foram novamente embora”. Assim como na procura de hospitais privados ou escolas privadas, as escolhas possíveis aos portugueses perante a situação com que se deparam, afirmou Mariana Leitão.
“Abril quis um país livre, livre também de quem em nome de Abril pretende que nada mude”, acrescentou.
Argumenta que essa foi a escolha dos portugueses que emigravam e faziam negócios com a Europa.
O 25 de Abril “não foi uma imposição política”, os portugueses “anteciparam-se da maneira que lhes era possível”.
Salientou a Revolução de Abril como “o início da terceira vaga de democratização que varreu o mundo até ao final do século XX” e que “por um momento voltámos a ser pioneiros”.
No entanto, após décadas de “estagnação” e “pântano”, a situação no país “alimentou oportunistas da esquerda à direita que dão voz à zanga, mas não às soluções”
Perante a “estagnação do nível de vida”, os portugueses “foram novamente embora”. Assim como na procura de hospitais privados ou escolas privadas, as escolhas possíveis aos portugueses perante a situação com que se deparam, afirmou Mariana Leitão.
“Abril quis um país livre, livre também de quem em nome de Abril pretende que nada mude”, acrescentou.