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Portugueses mobilizam-se para ajudar afetados
Empresários, empresas portuguesas, e membros da comunidade lusa local criaram centros de recolha de produtos para apoiar vítimas dos sismos que abalaram quarta-feira a Venezuela, deixando milhares de pessoas afetadas.
"No Santuário de Nossa Senhora de Fátima, de Carrizal, habilitamos um centro de recolha de alimentos não perecedouros, artigos de higiene pessoal, roupa, sapatos, e inclusive medicamentos e materiais de primeiros auxílios", explicou um dos responsáveis à agência Lusa.
Aquilino de Gois de Viveiros explicou que várias pessoas fizeram doações, que vão ser enviadas para centros médicos e para La Guaira, um dos estados mais afetados pelos sismos.
"Já temos algo de água (potável), roupa para crianças, farinha de milho, açúcar e latas de atum. De La Guaira nos estão pedindo também martelos, enxadas e pás, para romper escombros e já estamos comprando alguns materiais", disse.
Por outro lado, vários portugueses disseram à Lusa que foram criados também centros de recolha de produtos no Centro Luso Larense, no Centro Social Madeirense, na Casa Portuguesa Venezuelana de Carabobo, no Centro Luso-venezuelano de Araure e no Centro Português de Guayana.
O Centro Português de Caracas está temporariamente encerrado, uma vez que os sismos provocaram gretas no chão do terceiro andar e em algumas paredes, havendo também uma fissura no chão na área das piscinas.
Várias empresas de portugueses estão também a recolher produtos para afetados, entre elas o Banco Plaza e as redes de supermercados Gama, Plazas e Páramo.
c/ Lusa
"No Santuário de Nossa Senhora de Fátima, de Carrizal, habilitamos um centro de recolha de alimentos não perecedouros, artigos de higiene pessoal, roupa, sapatos, e inclusive medicamentos e materiais de primeiros auxílios", explicou um dos responsáveis à agência Lusa.
Aquilino de Gois de Viveiros explicou que várias pessoas fizeram doações, que vão ser enviadas para centros médicos e para La Guaira, um dos estados mais afetados pelos sismos.
"Já temos algo de água (potável), roupa para crianças, farinha de milho, açúcar e latas de atum. De La Guaira nos estão pedindo também martelos, enxadas e pás, para romper escombros e já estamos comprando alguns materiais", disse.
Por outro lado, vários portugueses disseram à Lusa que foram criados também centros de recolha de produtos no Centro Luso Larense, no Centro Social Madeirense, na Casa Portuguesa Venezuelana de Carabobo, no Centro Luso-venezuelano de Araure e no Centro Português de Guayana.
O Centro Português de Caracas está temporariamente encerrado, uma vez que os sismos provocaram gretas no chão do terceiro andar e em algumas paredes, havendo também uma fissura no chão na área das piscinas.
Várias empresas de portugueses estão também a recolher produtos para afetados, entre elas o Banco Plaza e as redes de supermercados Gama, Plazas e Páramo.
c/ Lusa