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Portugueses retirados da região do Golfo Pérsico chegam a Lisboa

Portugueses retirados da região do Golfo Pérsico chegam a Lisboa

RTP /

  • Chegou esta manhã a Lisboa o primeiro grupo de portugueses abrangidos pela operação de repatriamento, a bordo de um C130 da Força Aérea. Foi ainda mobilizado um avião fretado à TAP, com chegada prevista para as 11h00. Em comunicado, o Governo detalha que, no voo fretado, seguem 147 passageiros retirados de vários países do Golfo Pérsico - 139 são portugueses e oito são de Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Peru - e no avião militar viajaram 39 pessoas vindas de Israel - 24 de nacionalidade portuguesa e 15 de França, Grécia, Brasil e Israel. O secretário de Estado das Comunidades esteve presente para receber os cidadãos repatriados;


  • Os portugueses que regressam esta sexta-feira foram retirados na madrugada da véspera dos Emirados Árabes Unidos. Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para organizar o repatriamento;


  • O primeiro voo com portugueses que estiveram retidos no Médio Oriente chegou na quarta-feira a Lisboa. Tratou-se de um grupo de 122 pessoas que partiu do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Viajaram num voo comercial da companhia aérea Emirates e chegaram ontem ao final do dia;


  • O secretário de Estado das Comunidades, Emídio Sousa, indicou entretanto que as autoridades estão a ponderar organizar um novo voo de repatriamento de cidadãos portugueses do Médio Oriente, com partida da Arábia Saudita;


  • O preço dos combustíveis deve disparar a partir da próxima semana. Fonte do sector revelou à RTP que o preço do gasóleo deverá subir 19 cêntimos. Na gasolina, o aumento deve ser de seis cêntimos por litro. A evolução do preço está dependente da cotação do petróleo nos mercados internacionais;


  • O Canadá e vários países europeus anunciaram o destacamento de meios aéreos e navais para reforçar a segurança de Chipre e da navegação no Mar Vermelho. Uma decisão dos aliados que de início se distanciaram dos Estados Unidos, tendo mesmo condenado o ataque ao Irão;


  • No Irão já morreram pelo menos 1.230 pessoas, segundo a agência estatal iraniana. No flanco dos Estados Unidos morreram seis militares e em Israel há registo de seis mortos. No Líbano, morreram mais de 100 pessoas;


  • Israel está a preparar uma nova fase de operações militares contra o Irão. O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir, avisa que a próxima fase inclui "manobras surpresa";


  • O exército israelita afirmou entretanto ter efetuado ataques em larga escala contra "a infraestrutura do regime" iraniano em Teerão. A televisão pública iraniana relatou uma série de explosões;


  • O ministro israelita da Defesa, Israel Katz, veio afirmar que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu queria eliminar o líder Supremo do Irão, Ali Khamenei, desde novembro. Adiantou ainda que o Estado hebraico se preparava para lançar em junho uma operação com esse intuito;


  • Os governos do Catar e do Kuwait anunciaram ter intercetado, nas últimas horas, vários mísseis nos respetivos espaços aéreos, ao sétimo dia da guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irão;


  • O Hezbollah xiita libanês reivindicou uma ofensiva com artilharia e rockets contra posições do exército israelita perto da fronteira, ao passo que Teerão anunciou ataques com mísseis e drones contra Telavive;


  • Donald Trump deixou um aviso à Guarda Revolucionária do Irão. O presidente norte-americano insta a que os operacionais iranianos se rendam e baixem as armas, caso contrário enfrentarão a morte;


  • O presidente dos Estados Unidos considerou "desnecessário" e uma "perda de tempo" o envio de tropas norte-americanas para o terreno no Irão, sugerindo que, nesta fase, não está a ponderar uma invasão;


  • O Congresso dos Estados Unidos votou contra uma resolução para impedir que o presidente Donald Trump ordene novos ataques contra o Irão. A iniciativa democrata foi rejeitada com 212 votos a favor e 219 contra.
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