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Presidente libanês defende negociações com Israel para uma paz duradoura
O presidente libanês, Joseph Aoun, declarou na segunda-feira que as negociações diretas com Israel visam pôr fim de forma definitiva à guerra e à ocupação israelita no sul do Líbano, uma medida rejeitada pelo Hezbollah.
Um cessar-fogo de 10 dias entrou em vigor no Líbano na sexta-feira, após uma reunião no início da semana passada entre os embaixadores libanês e israelita nos Estados Unidos, o primeiro encontro deste tipo em décadas.
"O objetivo das negociações é pôr fim às hostilidades e à ocupação israelitas em zonas do sul do Líbano e deslocar o exército (libanês) para as fronteiras internacionalmente reconhecidas" com Israel, disse Aoun, segundo um comunicado da presidência.
O antigo embaixador libanês em Washington, Simon Karam, vai liderar a delegação libanesa "nas negociações bilaterais", que serão "separadas" das conversações entre o Irão e os Estados Unidos, continuou, sem especificar quando terão lugar as discussões.
Perante a resistência de parte da população, o presidente enfatizou a soberania do Líbano nestas discussões anunciadas por Donald Trump.
"Ninguém partilhará esta tarefa com o Líbano, nem o substituirá nesta missão", afirmou, apelando a "o mais amplo apoio nacional possível" para que as negociações atinjam os seus objetivos.
"O Líbano tem duas opções: ou a continuação da guerra com as suas consequências humanitárias, sociais e económicas, ou negociações para pôr fim à guerra e alcançar uma estabilidade duradoura", insistiu o chefe de Estado, embora os dois países estejam oficialmente em guerra há décadas.
Um cessar-fogo de 10 dias entrou em vigor no Líbano na sexta-feira, após uma reunião no início da semana passada entre os embaixadores libanês e israelita nos Estados Unidos, o primeiro encontro deste tipo em décadas.
"O objetivo das negociações é pôr fim às hostilidades e à ocupação israelitas em zonas do sul do Líbano e deslocar o exército (libanês) para as fronteiras internacionalmente reconhecidas" com Israel, disse Aoun, segundo um comunicado da presidência.
O antigo embaixador libanês em Washington, Simon Karam, vai liderar a delegação libanesa "nas negociações bilaterais", que serão "separadas" das conversações entre o Irão e os Estados Unidos, continuou, sem especificar quando terão lugar as discussões.
Perante a resistência de parte da população, o presidente enfatizou a soberania do Líbano nestas discussões anunciadas por Donald Trump.
"Ninguém partilhará esta tarefa com o Líbano, nem o substituirá nesta missão", afirmou, apelando a "o mais amplo apoio nacional possível" para que as negociações atinjam os seus objetivos.
"O Líbano tem duas opções: ou a continuação da guerra com as suas consequências humanitárias, sociais e económicas, ou negociações para pôr fim à guerra e alcançar uma estabilidade duradoura", insistiu o chefe de Estado, embora os dois países estejam oficialmente em guerra há décadas.