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Presidente libanês diz ao Hezbollah que "traição" é arrastar o país para a guerra
O presidente libanês sublinhou na segunda-feira que o objetivo das negociações diretas com Israel era pôr fim ao conflito, acrescentando, na sua mensagem ao Hezbollah, que a verdadeira "traição" é arrastar o Líbano para a guerra.
"O meu objetivo é alcançar o fim do estado de guerra com Israel, tal como no acordo de armistício" entre o Líbano e Israel em 1949, disse o presidente Joseph Aoun em comunicado, acrescentando: "Asseguro-vos que não aceitarei um acordo humilhante".
Numa resposta implícita ao movimento pró-Irão Hezbollah, que se recusa a negociar diretamente com Israel, o líder libanês afirmou que "aqueles que nos arrastaram para a guerra no Líbano exigem agora prestação de contas por decidirem negociar... O que estamos a fazer não é traição; a traição é cometida por aqueles que estão a arrastar o país para uma guerra em benefício de interesses estrangeiros."
"O meu objetivo é alcançar o fim do estado de guerra com Israel, tal como no acordo de armistício" entre o Líbano e Israel em 1949, disse o presidente Joseph Aoun em comunicado, acrescentando: "Asseguro-vos que não aceitarei um acordo humilhante".
Numa resposta implícita ao movimento pró-Irão Hezbollah, que se recusa a negociar diretamente com Israel, o líder libanês afirmou que "aqueles que nos arrastaram para a guerra no Líbano exigem agora prestação de contas por decidirem negociar... O que estamos a fazer não é traição; a traição é cometida por aqueles que estão a arrastar o país para uma guerra em benefício de interesses estrangeiros."