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Procura global de transporte aéreo de mercadorias cai 4,8% em março
A procura de transporte aéreo de mercadorias caiu 4,8% em março, face ao mesmo período de 2025, devido às perturbações nas operações do Golfo Pérsico, causadas pela guerra no Médio Oriente, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).
Nesta região, as companhias aéreas do Médio Oriente sofreram uma queda de 54,3% na procura, o pior resultado de todas as regiões, com uma redução da capacidade em 52,4%, avançou a associação.
"É importante salientar que as redes de transporte aéreo de mercadorias estão a proporcionar a flexibilidade necessária para apoiar as cadeias de abastecimento globais, à medida que estas se adaptam às tensões geopolíticas, tarifárias e operacionais", referiu o organismo, que representa os interesses de mais de 260 companhias aéreas em todo o mundo.
Numa nota, o diretor-geral da IATA, Willie Walsh, afirmou que agora todas as atenções estão voltadas "para o abastecimento e o preço do combustível, que se espera que ponha à prova a resiliência do setor nos próximos meses".
A este respeito, a entidade recordou que a produção industrial cresceu 3,1% em fevereiro, o que representou mais de três anos consecutivos de expansão, e o comércio mundial de mercadorias aumentou 8,0% em termos homólogos nesse mês.
Além disso, os preços do combustível para aviões subiram abruptamente em março 106,6% em termos homólogos, devido a um aumento de 43,1% nos preços do petróleo bruto e a um aumento de 320% nas margens de refinação.
Por regiões, as companhias aéreas norte-americanas registaram uma descida de 1,2% na procura e de 1,1% na sua capacidade, enquanto as europeias tiveram um aumento de 2,2% na procura e de 4,2% na sua capacidade, precisou a IATA.
As companhias aéreas da América Latina e das Caraíbas registaram nesse mês um aumento interanual de 1,8% na procura de transporte aéreo de mercadorias e de 5,1% na sua capacidade.
Nesta região, as companhias aéreas do Médio Oriente sofreram uma queda de 54,3% na procura, o pior resultado de todas as regiões, com uma redução da capacidade em 52,4%, avançou a associação.
"É importante salientar que as redes de transporte aéreo de mercadorias estão a proporcionar a flexibilidade necessária para apoiar as cadeias de abastecimento globais, à medida que estas se adaptam às tensões geopolíticas, tarifárias e operacionais", referiu o organismo, que representa os interesses de mais de 260 companhias aéreas em todo o mundo.
Numa nota, o diretor-geral da IATA, Willie Walsh, afirmou que agora todas as atenções estão voltadas "para o abastecimento e o preço do combustível, que se espera que ponha à prova a resiliência do setor nos próximos meses".
A este respeito, a entidade recordou que a produção industrial cresceu 3,1% em fevereiro, o que representou mais de três anos consecutivos de expansão, e o comércio mundial de mercadorias aumentou 8,0% em termos homólogos nesse mês.
Além disso, os preços do combustível para aviões subiram abruptamente em março 106,6% em termos homólogos, devido a um aumento de 43,1% nos preços do petróleo bruto e a um aumento de 320% nas margens de refinação.
Por regiões, as companhias aéreas norte-americanas registaram uma descida de 1,2% na procura e de 1,1% na sua capacidade, enquanto as europeias tiveram um aumento de 2,2% na procura e de 4,2% na sua capacidade, precisou a IATA.
As companhias aéreas da América Latina e das Caraíbas registaram nesse mês um aumento interanual de 1,8% na procura de transporte aéreo de mercadorias e de 5,1% na sua capacidade.