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PS questiona Montenegro sobre aumento da inflação e dos combustíveis
António Mendonça Mendes, deputado socialista, que foi o escolhido pelo grupo parlamentar para questionar o primeiro-ministro, começa por recordar o aumento da taxa de inflação com principal enfoque no preço dos combustíveis.
“Desde que AD chegou ao Governo, abastecer 50 litros de gasóleo custava 80 euros. Hoje, custa 93 euros”, exemplificou, para de seguida falar no aumento do ISP.
António Mendonça Mendes defende que o ISP deve baixar e recorda a medida tomada pelo PS.
Na resposta, Luís Montenegro destaca que António Mendonça Mendes repetiu as declarações de José Luís Carneiro, “entende que a repetição pode ser o método para mudar a realidade e a verdade”.
Os governos do PSD “não aumentaram um por cento um único imposto”.
Para Montenegro, o “governo agiu com prudência e responsabilidade e acompanhando a evolução dos acontecimentos”.
Os 9m30 que o PS dispunha para questionar o primeiro-ministro foram usados por vários deputados socialistas, depois de António Mendonça Mendes foi Mariana Viera da Silva a tomar a palavra.
A deputada socialista focou as declarações na área da saúde e recordou que “mais de 80 mil portugueses não têm médicos de família” e nos atrasos nas cirurgias.
Na contestação, o primeiro-ministro frisou que o SNS deixado pelo PS “estava completamente encharcado”.
Veio de seguida o tema da habitação trazida pelo deputado Luís Testa.
O secretário-geral socialista foi o último a usar da palavra, José Luís Carneiro que pediu a Montenegro que “não continue a transformar Portugal. Porque Portugal está cada vez pior”.
“Desde que AD chegou ao Governo, abastecer 50 litros de gasóleo custava 80 euros. Hoje, custa 93 euros”, exemplificou, para de seguida falar no aumento do ISP.
António Mendonça Mendes defende que o ISP deve baixar e recorda a medida tomada pelo PS.
Na resposta, Luís Montenegro destaca que António Mendonça Mendes repetiu as declarações de José Luís Carneiro, “entende que a repetição pode ser o método para mudar a realidade e a verdade”.
Os governos do PSD “não aumentaram um por cento um único imposto”.
Para Montenegro, o “governo agiu com prudência e responsabilidade e acompanhando a evolução dos acontecimentos”.
Os 9m30 que o PS dispunha para questionar o primeiro-ministro foram usados por vários deputados socialistas, depois de António Mendonça Mendes foi Mariana Viera da Silva a tomar a palavra.
A deputada socialista focou as declarações na área da saúde e recordou que “mais de 80 mil portugueses não têm médicos de família” e nos atrasos nas cirurgias.
Na contestação, o primeiro-ministro frisou que o SNS deixado pelo PS “estava completamente encharcado”.
Veio de seguida o tema da habitação trazida pelo deputado Luís Testa.
O secretário-geral socialista foi o último a usar da palavra, José Luís Carneiro que pediu a Montenegro que “não continue a transformar Portugal. Porque Portugal está cada vez pior”.