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PSD considera que intervenções de Ventura e Carneiro tiveram momentos humorísticos
O tema de uma eventual nova greve geral foi introduzido na fase final do debate quinzenal pelo líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, que disse não entender razões para essa paralisação, assinalando ainda que esta poderá ser convocada para “a véspera de um feriado a meio da semana”.
Na resposta, Luís Montenegro disse que “aguardará serenamente” por essa decisão e assegurou que o Governo não coloca em causa “o exercício legítimo do direito à greve como forma de apresentação de uma contestação”.
No entanto, defendeu que, muitas vezes, os resultados que quem convoca a greve pretende e a leitura da “globalidade da sociedade” sobre o seu impacto são diferentes.
“Os resultados das greves, nomeadamente da última greve geral, foi largamente, mas muito largamente, excedido do ponto de vista especulativo pelos partidos que a secundaram”, disse.
“Não houve um que dissesse como é que, perante toda esta ousadia orçamental e fiscal, chegavam ao final do ano com contas públicas saudáveis, ao invés de dizer que querem fazer o mesmo que fez o engenheiro Sócrates em Portugal”, acusou.
C/Lusa
Na resposta, Luís Montenegro disse que “aguardará serenamente” por essa decisão e assegurou que o Governo não coloca em causa “o exercício legítimo do direito à greve como forma de apresentação de uma contestação”.
No entanto, defendeu que, muitas vezes, os resultados que quem convoca a greve pretende e a leitura da “globalidade da sociedade” sobre o seu impacto são diferentes.
“Os resultados das greves, nomeadamente da última greve geral, foi largamente, mas muito largamente, excedido do ponto de vista especulativo pelos partidos que a secundaram”, disse.
“Não houve um que dissesse como é que, perante toda esta ousadia orçamental e fiscal, chegavam ao final do ano com contas públicas saudáveis, ao invés de dizer que querem fazer o mesmo que fez o engenheiro Sócrates em Portugal”, acusou.
C/Lusa