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PTRR com 4.000 milhões de euros para reforço e modernização das redes elétrica e gás
O plano PTRR conta com 4.000 milhões de euros para o reforço e modernização das redes elétrica e de gás, anunciou hoje, em Lisboa, o primeiro-ministro, Luís Montenegro.
"São 4.000 milhões de euros de investimento previsto no desenvolvimento das redes de distribuição de eletricidade e gás", anunciou Montenegro, na apresentação do PTRR, sem avançar mais detalhes.
O programa "Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência" (PTRR) vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos.
Em 15 de abril, a ministra do Ambiente e Energia já tinha dito estarem "em cima da mesa" "cerca de 4.000 milhões de euros para a rede", entre investimento em distribuição, transmissão e reforços extraordinários após o apagão.
Na audição na Comissão de Ambiente e Energia, no âmbito do grupo de trabalho sobre o apagão de 28 de abril de 2025, Maria da Graça Carvalho afirmou que esse montante corresponde ao esforço que o Governo pretende autorizar para reforçar a resiliência do sistema elétrico nacional e tornar menos provável uma nova falha de grande dimensão.
Segundo detalhou, desse total, 3.040 milhões de euros dizem respeito à distribuição, 497 milhões a projetos base na rede de transporte, 775 milhões a projetos complementares e 133 milhões a uma aprovação extraordinária já autorizada.
Luís Montenegro antecipou também hoje uma maior cobertura e resistência das redes de comunicações, com mais reservas de energia.
O plano contempla ainda a construção de quatro novas barragens e 400 charcas e pequenas albufeiras.
"Uma lição que podemos tirar do comboio de tempestades [...] é que, muitas vezes, as consequências não foram piores porque houve capacidade de gestão do recurso água", assinalou.
O Governo quer também ter uma "maior intervenção" na gestão das florestas e preparar o país para fenómenos sísmicos, "sem alarmismo".
O programa "Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência" (PTRR) vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos.
Em 15 de abril, a ministra do Ambiente e Energia já tinha dito estarem "em cima da mesa" "cerca de 4.000 milhões de euros para a rede", entre investimento em distribuição, transmissão e reforços extraordinários após o apagão.
Na audição na Comissão de Ambiente e Energia, no âmbito do grupo de trabalho sobre o apagão de 28 de abril de 2025, Maria da Graça Carvalho afirmou que esse montante corresponde ao esforço que o Governo pretende autorizar para reforçar a resiliência do sistema elétrico nacional e tornar menos provável uma nova falha de grande dimensão.
Segundo detalhou, desse total, 3.040 milhões de euros dizem respeito à distribuição, 497 milhões a projetos base na rede de transporte, 775 milhões a projetos complementares e 133 milhões a uma aprovação extraordinária já autorizada.
Luís Montenegro antecipou também hoje uma maior cobertura e resistência das redes de comunicações, com mais reservas de energia.
O plano contempla ainda a construção de quatro novas barragens e 400 charcas e pequenas albufeiras.
"Uma lição que podemos tirar do comboio de tempestades [...] é que, muitas vezes, as consequências não foram piores porque houve capacidade de gestão do recurso água", assinalou.
O Governo quer também ter uma "maior intervenção" na gestão das florestas e preparar o país para fenómenos sísmicos, "sem alarmismo".