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PTRR prevê significativa despesa mas acomoda equilibrio de contas
O Governo precisou hoje que o PTRR, hoje apresentado, prevê "significativos montantes de despesa das administrações públicas", mas sublinhou que este foi desenhado com "preocupa
O programa "Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência" (PTRR) vai ter um envelope financeiro global de 22,6 mil milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos.
"A calamidade das tempestades causou elevados prejuízos que, para além das necessidades de despesa, causaram significativas perdas de receita fiscal e contributiva, especialmente nos anos de 2026 e 2027, deteriorando o saldo orçamental", assinalou o Governo, num documento de perguntas e respostas sobre o programa.
O PTRR prevê "significativos montantes de despesas das administrações públicas", ao longo dos nove anos de duração.
Contudo, o executivo de Luís Montenegro assegurou que a gestão responsável das finanças permite ao Estado ter capacidade para fazer agora um esforço adicional.
Ainda assim, sublinhou que o plano foi desenhado com preocupações de sustentabilidade orçamental e equilíbrio das contas públicas.
"Poderão ainda existir instrumentos financeiros inovadores, como obrigações de catástrofe", ressalvou.
(Lusa)
"A calamidade das tempestades causou elevados prejuízos que, para além das necessidades de despesa, causaram significativas perdas de receita fiscal e contributiva, especialmente nos anos de 2026 e 2027, deteriorando o saldo orçamental", assinalou o Governo, num documento de perguntas e respostas sobre o programa.
O PTRR prevê "significativos montantes de despesas das administrações públicas", ao longo dos nove anos de duração.
Contudo, o executivo de Luís Montenegro assegurou que a gestão responsável das finanças permite ao Estado ter capacidade para fazer agora um esforço adicional.
Ainda assim, sublinhou que o plano foi desenhado com preocupações de sustentabilidade orçamental e equilíbrio das contas públicas.
"Poderão ainda existir instrumentos financeiros inovadores, como obrigações de catástrofe", ressalvou.
(Lusa)