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Retoma da produção de petróleo vai demorar, diz ministro das Finanças saudita
O ministro das Finanças da Arábia Saudita, Mohammed Al-Jadaan, saudou a notícia de que o Irão iria reabrir o estreito de Ormuz, libertando o caminho para a retoma dos envios de petróleo, mas alertou que a situação no Médio Oriente continua muito frágil.
Al-Jadaan, que preside ao Comité Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), que aconselha o Fundo Monetário Internacional, disse que alguns países seriam capazes de restaurar as suas capacidades de produção rapidamente, mas outros necessitariam de mais tempo, dependendo da extensão dos danos sofridos.
Al-Jadaan, que preside ao Comité Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), que aconselha o Fundo Monetário Internacional, disse que alguns países seriam capazes de restaurar as suas capacidades de produção rapidamente, mas outros necessitariam de mais tempo, dependendo da extensão dos danos sofridos.
O maior desafio não era o quanto a produção de petróleo e gás natural poderia ser aumentada, mas sim se as seguradoras se sentiriam confortáveis em apoiar os envios e outras questões logísticas, disse numa reunião informativa durante os encontros de primavera do FMI e do Banco Mundial em Washington.
Al-Jadaan, que preside ao Comité Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), que aconselha o Fundo Monetário Internacional, disse que alguns países seriam capazes de restaurar as suas capacidades de produção rapidamente, mas outros necessitariam de mais tempo, dependendo da extensão dos danos sofridos.
Al-Jadaan, que preside ao Comité Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), que aconselha o Fundo Monetário Internacional, disse que alguns países seriam capazes de restaurar as suas capacidades de produção rapidamente, mas outros necessitariam de mais tempo, dependendo da extensão dos danos sofridos.
O maior desafio não era o quanto a produção de petróleo e gás natural poderia ser aumentada, mas sim se as seguradoras se sentiriam confortáveis em apoiar os envios e outras questões logísticas, disse numa reunião informativa durante os encontros de primavera do FMI e do Banco Mundial em Washington.