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Rússia pretende retirar mais funcionários da central nuclear de Bushehr apesar do cessar-fogo
O responsável da gigante nuclear estatal russa Rosatom afirma que a empresa não reverteu a sua decisão de retirar os seus funcionários da central nuclear de Bushehr, no Irão, apesar do cessar-fogo.
“Ainda não estamos a cancelar a retirada… ainda não é altura de os nossos camaradas regressarem”, disse Alexei Likhachev, CEO da Rosatom, aos jornalistas.
“A situação mantém-se inalterada. Claro que as coisas melhoraram um pouco desde o anúncio do cessar-fogo. Não sabemos como é que este cessar-fogo vai acabar, por razões óbvias”, afirmou, segundo a agência de notícias russa Interfax.
Dos 639 funcionários da Rosatom que estavam originalmente na central, 611 foram retirados via Arménia, tendo permanecido cerca de 50 voluntários no local.
Busehr, a única central nuclear em funcionamento no Irão, construída e operada pela Rússia, foi atingida quatro vezes desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão, em fevereiro.
“Ainda não estamos a cancelar a retirada… ainda não é altura de os nossos camaradas regressarem”, disse Alexei Likhachev, CEO da Rosatom, aos jornalistas.
“A situação mantém-se inalterada. Claro que as coisas melhoraram um pouco desde o anúncio do cessar-fogo. Não sabemos como é que este cessar-fogo vai acabar, por razões óbvias”, afirmou, segundo a agência de notícias russa Interfax.
Dos 639 funcionários da Rosatom que estavam originalmente na central, 611 foram retirados via Arménia, tendo permanecido cerca de 50 voluntários no local.
Busehr, a única central nuclear em funcionamento no Irão, construída e operada pela Rússia, foi atingida quatro vezes desde o início da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão, em fevereiro.