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Seguro defende paz, direitos humanos e "relação de equilíbrio" com aliados
O Presidente da República defendeu a paz, os direitos humanos e a Carta das Nações Unidas e uma "relação de equilíbrio" com os aliados.
"Por todas estas razões, é um lugar que nos obriga a assumir especiais responsabilidades e deveres, no quadro da afirmação plena da nossa soberania, dos nossos interesses e do nosso futuro estratégico. Sempre no respeito mútuo do que está assumido, seja com um país, seja com a comunidade internacional e com a Carta das Nações Unidas. E na minha perspetiva, uma situação não está dissociada das outras", afirmou, na parte inicial do seu discurso.
"A garantia da segurança dos países europeus só é possível em articulação com os nossos aliados, numa relação de equilíbrio e reciprocidade, de respeito pela soberania dos Estados, assente em valores que, apesar da incerteza dos tempos, não mudam: a paz, a liberdade, os direitos humanos e o multilateralismo -- valores que norteiam a ação das nossas Forças Armadas em Portugal e destacadas em missão por todo o mundo", sustentou.
"A garantia da segurança dos países europeus só é possível em articulação com os nossos aliados, numa relação de equilíbrio e reciprocidade, de respeito pela soberania dos Estados, assente em valores que, apesar da incerteza dos tempos, não mudam: a paz, a liberdade, os direitos humanos e o multilateralismo -- valores que norteiam a ação das nossas Forças Armadas em Portugal e destacadas em missão por todo o mundo", sustentou.