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Seguro fecha dois dias de tomada de posse ao som de Pedro Abrunhosa no Porto
O presidente da República fechou esta noite, no Porto, dois dias de cerimónias de tomada de posse, terminando ao som de Pedro Abrunhosa, que felicitou o povo português pela escolha eleitoral e criticou a guerra no Irão.
O segundo dia terminou com um jantar privado na Casa do Roseiral, oferecido pelo autarca portuense, chegando ao último ponto da agenda do dia, uma Casa da Música iluminada com as cores nacionais, pelas 21h30, para assistir a um concerto do grupo que integra o programa municipal Desporto no Bairro, da Orquestra Juvenil de Bonjóia, e de Pedro Abrunhosa.
Na Sala Suggia da icónica sala de espetáculos portuense, houve também espaço para intervenções do humorista Francisco Menezes, que foi animando a plateia entre os momentos musicais.
Já Pedro Abrunhosa, que fez questão de, na campanha eleitoral, apoiar António José Seguro - com direito a um momento mediático conjunto num hotel do Porto em janeiro - acabou a dar os "parabéns ao povo português pela sabedoria que teve ao eleger" Seguro, soltando depois um "obrigado, Portugal".
"Esta é a terra da luz. E o presidente António José Seguro é, seguramente, esta frincha e esta luz que nos pode devolver essa esperança", considerou.
O segundo dia terminou com um jantar privado na Casa do Roseiral, oferecido pelo autarca portuense, chegando ao último ponto da agenda do dia, uma Casa da Música iluminada com as cores nacionais, pelas 21h30, para assistir a um concerto do grupo que integra o programa municipal Desporto no Bairro, da Orquestra Juvenil de Bonjóia, e de Pedro Abrunhosa.
Na Sala Suggia da icónica sala de espetáculos portuense, houve também espaço para intervenções do humorista Francisco Menezes, que foi animando a plateia entre os momentos musicais.
Já Pedro Abrunhosa, que fez questão de, na campanha eleitoral, apoiar António José Seguro - com direito a um momento mediático conjunto num hotel do Porto em janeiro - acabou a dar os "parabéns ao povo português pela sabedoria que teve ao eleger" Seguro, soltando depois um "obrigado, Portugal".
O músico referiu-se ainda à atual situação no Irão, identificando os Estados Unidos como "país agressor" e Portugal como local onde o Direito Internacional pode ser cumprido.
"Esta é a terra da luz. E o presidente António José Seguro é, seguramente, esta frincha e esta luz que nos pode devolver essa esperança", considerou.
No final do concerto, e num momento improvisado, antes da saída de António José Seguro da sala, o público entoou o hino nacional, num momento que o novo presidente afirmou que jamais esqueceria.
C/Lusa