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TAP permite alterar voos de e para Caracas e diz que tripulação retida está em segurança
A TAP informou que os clientes com bilhetes para voos de e para Caracas até 30 de julho podem alterar viagens, indicando também que a tripulação da companhia retida na capital venezuelana está "bem e em segurança" após os sismos.
Segundo a informação publicada no seu site, "todos os clientes com bilhetes emitidos até 24 de junho, para voos de e para a capital venezuelana a realizar até 30 de julho, podem alterar as datas da sua viagem para voos a realizar dentro da validade dos bilhetes de que são portadores".
Numa mensagem interna a que a Lusa teve acesso, assinada pelo presidente executivo, Luís Rodrigues, e pelo administrador com o pelouro operacional, Mário Chaves, a TAP expressa "solidariedade com a Venezuela, com os venezuelanos, com toda a comunidade portuguesa residente naquele país, e com todos os afetados pelos trágicos acontecimentos", manifestando "pesar por todas as vítimas".
Na mesma mensagem interna, a administração da TAP refere que alguns elementos da equipa da companhia na Venezuela sofreram danos materiais, encontrando-se, no entanto, fisicamente bem.
Fonte oficial da companhia confirmou ainda à Lusa que uma tripulação da TAP, constituída por 11 pessoas, está retida em Caracas, capital venezuelana, devido aos fortes sismos que atingiram o país na noite de quarta-feira.
A tripulação encontrava-se no hotel no momento em que ocorreram os sismos. Devido a danos provocados nessa unidade hoteleira, os tripulantes foram transferidos para outro hotel, tendo uma pessoa sofrido ferimentos ligeiros.
Na mensagem interna, a administração da TAP indica que a tripulação "está bem e em segurança", alojada num hotel, e que a companhia está em contacto permanente com as suas equipas na Venezuela e com as autoridades locais para apoio, acompanhamento e avaliação da situação.
"Nenhuma aeronave da TAP se encontrava na Venezuela", lê-se ainda na mensagem interna.
A companhia aérea indicou que atualizará todas as informações sempre que se revelar necessário.
A retoma da normalidade dos voos, não só da TAP como de outras companhias aéreas, dependerá de decisão das autoridades responsáveis locais.
(agência Lusa)
Segundo a informação publicada no seu site, "todos os clientes com bilhetes emitidos até 24 de junho, para voos de e para a capital venezuelana a realizar até 30 de julho, podem alterar as datas da sua viagem para voos a realizar dentro da validade dos bilhetes de que são portadores".
Numa mensagem interna a que a Lusa teve acesso, assinada pelo presidente executivo, Luís Rodrigues, e pelo administrador com o pelouro operacional, Mário Chaves, a TAP expressa "solidariedade com a Venezuela, com os venezuelanos, com toda a comunidade portuguesa residente naquele país, e com todos os afetados pelos trágicos acontecimentos", manifestando "pesar por todas as vítimas".
Na mesma mensagem interna, a administração da TAP refere que alguns elementos da equipa da companhia na Venezuela sofreram danos materiais, encontrando-se, no entanto, fisicamente bem.
Fonte oficial da companhia confirmou ainda à Lusa que uma tripulação da TAP, constituída por 11 pessoas, está retida em Caracas, capital venezuelana, devido aos fortes sismos que atingiram o país na noite de quarta-feira.
A tripulação encontrava-se no hotel no momento em que ocorreram os sismos. Devido a danos provocados nessa unidade hoteleira, os tripulantes foram transferidos para outro hotel, tendo uma pessoa sofrido ferimentos ligeiros.
Na mensagem interna, a administração da TAP indica que a tripulação "está bem e em segurança", alojada num hotel, e que a companhia está em contacto permanente com as suas equipas na Venezuela e com as autoridades locais para apoio, acompanhamento e avaliação da situação.
"Nenhuma aeronave da TAP se encontrava na Venezuela", lê-se ainda na mensagem interna.
A companhia aérea indicou que atualizará todas as informações sempre que se revelar necessário.
A retoma da normalidade dos voos, não só da TAP como de outras companhias aéreas, dependerá de decisão das autoridades responsáveis locais.
(agência Lusa)