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Trump contactou Macron para informar "sobre progresso das operações militares"
O presidente norte-americano, Donald Trump, contactou hoje à noite o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, para o "informar sobre o progresso das operações militares norte-americanas no Irão", adiantaram fontes próximas do chefe de Estado francês.
"O presidente da República alertou o presidente Trump para a situação no Líbano, à qual a França continua muito atenta", acrescentou a mesma fonte citada pela agência France-Presse (AFP).
Na terça-feira, Emmanuel Macron alertou Israel que a sua operação terrestre no Líbano é "uma escalada perigosa e um erro estratégico", ainda que considere que o grupo xiita Hezbollah, apoiado por Teerão, também cometeu um "erro grave" ao atacar primeiro.
"Nas últimas horas, a guerra espalhou-se para o Líbano, de onde o Hezbollah cometeu o erro grave de atacar Israel e pôr em perigo o povo libanês", comentou, ao mesmo tempo que instou Israel a "respeitar o território libanês e a sua integridade".
A França "apoia as autoridades libanesas nos seus corajosos esforços para retomar o controlo da sua segurança" prosseguiu, aludindo às operações terrestres admitidas na terça-feira pelas forças israelitas no sul do Líbano, em resposta a novos ataques do Hezbollah, e aos esforços do Governo de Beirute em desarmar o grupo xiita.
O chefe de Estado francês divulgou na terça-feira que vai enviar reforços militares para o Médio Oriente, no seguimento da eclosão da guerra na região, incluindo o porta-aviões "Charles de Gaulle", a sua escolta naval e caças Rafale.
Macron anunciou também o envio de caças Rafale, sistemas de defesa aérea e radares aerotransportados para a região.
Além disso, foram também destacados equipamentos de defesa antiaérea adicionais para Chipre e a fragata "Languedoc".
O chefe de Estado alegou que a França abateu drones "em legítima defesa" desde as primeiras horas do conflito, desencadeado no sábado pelos bombardeamentos das forças norte-americanas e israelitas contra o Irão, que de imediato respondeu contra Israel e países na região que albergam bases norte-americanas.
Duas bases francesas sofreram igualmente "ataques limitados, causando danos materiais", segundo Macron.
Na sua declaração, o líder francês indicou a intenção de propor uma coligação para reunir recursos, "incluindo militares", de forma a garantir "rotas marítimas essenciais" para a economia global.
"O presidente da República alertou o presidente Trump para a situação no Líbano, à qual a França continua muito atenta", acrescentou a mesma fonte citada pela agência France-Presse (AFP).
Na terça-feira, Emmanuel Macron alertou Israel que a sua operação terrestre no Líbano é "uma escalada perigosa e um erro estratégico", ainda que considere que o grupo xiita Hezbollah, apoiado por Teerão, também cometeu um "erro grave" ao atacar primeiro.
"Nas últimas horas, a guerra espalhou-se para o Líbano, de onde o Hezbollah cometeu o erro grave de atacar Israel e pôr em perigo o povo libanês", comentou, ao mesmo tempo que instou Israel a "respeitar o território libanês e a sua integridade".
A França "apoia as autoridades libanesas nos seus corajosos esforços para retomar o controlo da sua segurança" prosseguiu, aludindo às operações terrestres admitidas na terça-feira pelas forças israelitas no sul do Líbano, em resposta a novos ataques do Hezbollah, e aos esforços do Governo de Beirute em desarmar o grupo xiita.
O chefe de Estado francês divulgou na terça-feira que vai enviar reforços militares para o Médio Oriente, no seguimento da eclosão da guerra na região, incluindo o porta-aviões "Charles de Gaulle", a sua escolta naval e caças Rafale.
Macron anunciou também o envio de caças Rafale, sistemas de defesa aérea e radares aerotransportados para a região.
Além disso, foram também destacados equipamentos de defesa antiaérea adicionais para Chipre e a fragata "Languedoc".
O chefe de Estado alegou que a França abateu drones "em legítima defesa" desde as primeiras horas do conflito, desencadeado no sábado pelos bombardeamentos das forças norte-americanas e israelitas contra o Irão, que de imediato respondeu contra Israel e países na região que albergam bases norte-americanas.
Duas bases francesas sofreram igualmente "ataques limitados, causando danos materiais", segundo Macron.
Na sua declaração, o líder francês indicou a intenção de propor uma coligação para reunir recursos, "incluindo militares", de forma a garantir "rotas marítimas essenciais" para a economia global.
Macron realçou que a França tem "interesses económicos a proteger" e que este conflito ameaça provocar "profundas perturbações" nos preços do petróleo e do gás.
com Lusa