Especiais
Trump pondera ocupar a Ilha de Kharg para forçar o Irão a reabrir o Estreito de Ormuz
A administração Trump está a considerar planos para ocupar ou bloquear a Ilha de Kharg, no Irão, de forma a pressionar o país a reabrir o Estreito de Ormuz, informou a Axios esta sexta-feira, citando quatro fontes com conhecimento do assunto.
“Ele quer o Estreito de Ormuz aberto. Se precisar de tomar a ilha de Kharg para isso, ele tomará. Se decidir fazer uma invasão costeira, ele também o fará. Mas essa decisão ainda não foi tomada”, disse um alto funcionário do governo ao Axios.
“Sempre tivemos tropas em terra em conflitos sob todos os presidentes, incluindo Trump. Sei que esta é uma obsessão dos órgão de comunicação social, e compreendo a política envolvida, mas o presidente fará o que é certo”, disse um segundo alto funcionário. Ainda não foi tomada nenhuma decisão, afirmou o funcionário.
Kharg, uma ilha de coral com oito quilómetros de comprimento no Golfo Pérsico, a cerca de 26 quilómetros do continente, é um importante centro de processamento do Irão, por onde passam normalmente 90% das exportações de petróleo do país. A ilha manteve-se praticamente intacta durante os ataques israelitas e americanos nas duas primeiras semanas da guerra.
“Ele quer o Estreito de Ormuz aberto. Se precisar de tomar a ilha de Kharg para isso, ele tomará. Se decidir fazer uma invasão costeira, ele também o fará. Mas essa decisão ainda não foi tomada”, disse um alto funcionário do governo ao Axios.
“Sempre tivemos tropas em terra em conflitos sob todos os presidentes, incluindo Trump. Sei que esta é uma obsessão dos órgão de comunicação social, e compreendo a política envolvida, mas o presidente fará o que é certo”, disse um segundo alto funcionário. Ainda não foi tomada nenhuma decisão, afirmou o funcionário.
Kharg, uma ilha de coral com oito quilómetros de comprimento no Golfo Pérsico, a cerca de 26 quilómetros do continente, é um importante centro de processamento do Irão, por onde passam normalmente 90% das exportações de petróleo do país. A ilha manteve-se praticamente intacta durante os ataques israelitas e americanos nas duas primeiras semanas da guerra.