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Trump proíbe Israel de atacar o Líbano
O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou hoje que os Estados Unidos proibiram Israel de bombardear o Líbano, no primeiro dia da implementação de um cessar-fogo acordado com os dois países e aceite pelo grupo xiita Hezbollah.
"Israel não vai bombardear mais o Líbano. Estão proibidos [escrito em maiúsculas] de o fazer pelos Estados Unidos. Já chega!", escreveu o líder norte-americano na sua rede social, Truth Social.
Donald Trump anunciou na quinta-feira um cessar-fogo de dez dias no Líbano, em vigor desde a última madrugada, no seguimento da primeira reunião entre representantes libaneses e israelitas em Washington, da qual saiu um acordo das duas partes para iniciarem negociações diretas de paz.
O cessar-fogo decorre sob garantias dos Estados Unidos, embora Israel invoque a prerrogativa de manter "o direito de tomar todas as medidas necessárias em autodefesa, a qualquer momento, contra ataques planeados, iminentes ou em curso".
O Governo libanês implementará pelo seu lado "medidas significativas para impedir que o Hezbollah" e qualquer outro grupo armado não estatal ataquem o território israelita, segundo os termos do acordo divulgados por Washington.
Ao abrigo do cessar-fogo, apenas as forças armadas e de segurança libanesas estão autorizadas a usar armas no país.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, avisou hoje que o seu exército "ainda não terminou o trabalho" contra o Hezbollah e que o seu objetivo de desmantelar o grupo xiita libanês, apoiado pelo Irão, "não será alcançado amanhã", após um mês e meio de uma campanha de bombardeamentos intensivos e operações terrestres no sul do Líbano.
Lusa
"Israel não vai bombardear mais o Líbano. Estão proibidos [escrito em maiúsculas] de o fazer pelos Estados Unidos. Já chega!", escreveu o líder norte-americano na sua rede social, Truth Social.
Donald Trump anunciou na quinta-feira um cessar-fogo de dez dias no Líbano, em vigor desde a última madrugada, no seguimento da primeira reunião entre representantes libaneses e israelitas em Washington, da qual saiu um acordo das duas partes para iniciarem negociações diretas de paz.
O cessar-fogo decorre sob garantias dos Estados Unidos, embora Israel invoque a prerrogativa de manter "o direito de tomar todas as medidas necessárias em autodefesa, a qualquer momento, contra ataques planeados, iminentes ou em curso".
O Governo libanês implementará pelo seu lado "medidas significativas para impedir que o Hezbollah" e qualquer outro grupo armado não estatal ataquem o território israelita, segundo os termos do acordo divulgados por Washington.
Ao abrigo do cessar-fogo, apenas as forças armadas e de segurança libanesas estão autorizadas a usar armas no país.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, avisou hoje que o seu exército "ainda não terminou o trabalho" contra o Hezbollah e que o seu objetivo de desmantelar o grupo xiita libanês, apoiado pelo Irão, "não será alcançado amanhã", após um mês e meio de uma campanha de bombardeamentos intensivos e operações terrestres no sul do Líbano.
Lusa