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UE concorda em alargar sanções contra o Irão para incluir violações de direito de navegação do Estreito de Ormuz
Os países da União Europeia concordaram em alargar as sanções contra o Irão para incluir os responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, devido a violação do direito à livre navegação, afirmou esta terça-feira a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas.
Kallas disse ainda ter solicitado aos ministros dos Negócios Estrangeiros, numa reunião realizada no Luxemburgo, o reforço da missão naval da UE no Médio Oriente, que atualmente protege os navios dos ataques do grupo rebelde houthi do Iémen no Mar Vermelho.
“A UE já impôs sanções abrangentes ao Irão, mas hoje também chegámos a um acordo político para alargar o nosso regime de sanções, de modo a abranger também os responsáveis por violações da liberdade de navegação”, afirmou a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas.
Na sua reunião no Luxemburgo, os ministros sublinharam que a liberdade de navegação é “innegociável”, segundo Kallas.
“As mudanças diárias de posição, seja com o Estreito de Ormuz aberto ou fechado, são imprudentes. O trânsito pelo estreito deve manter-se gratuito”, declarou a representante da UE.
Na sua reunião no Luxemburgo, os ministros sublinharam que a liberdade de navegação é “innegociável”, segundo Kallas.
“As mudanças diárias de posição, seja com o Estreito de Ormuz aberto ou fechado, são imprudentes. O trânsito pelo estreito deve manter-se gratuito”, declarou a representante da UE.