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UE procura solução diplomática para o Estreito de Ormuz
A Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, afirmou esta terça-feira que é necessário encontrar meios diplomáticos para manter o Estreito de Ormuz aberto, enquanto o presidente norte-americano, Donald Trump, pede aos aliados que enviem navios de guerra para garantir a segurança do trânsito em plena guerra no Irão.
"Ninguém está disposto a colocar o seu povo em perigo no Estreito de Ormuz. Precisamos de encontrar formas diplomáticas de manter esta passagem aberta para que não tenhamos uma crise alimentar, uma crise de fertilizantes e uma crise energética também", disse Kallas em entrevista à Reuters.
Segundo a chefe da diplomacia da União Europeia. Bruxelas começou a ter em conta a imprevisibilidade dos Estados Unidos um ano após o regresso do Presidente Donald Trump à Casa Branca.
"É claro que somos aliados dos Estados Unidos, mas não compreendemos muito bem as suas ações recentes", acrescentou Kallas na entrevista à Reuters.
"Acho que ficou bastante claro, depois deste ano, que a palavra que temos de ter em conta é imprevisibilidade. Por isso, agora estamos mais calmos porque esperamos que coisas imprevisíveis aconteçam a todo o momento, e aceitamo-las como são, mantemos a calma e continuamos focados", realçou.
"Ninguém está disposto a colocar o seu povo em perigo no Estreito de Ormuz. Precisamos de encontrar formas diplomáticas de manter esta passagem aberta para que não tenhamos uma crise alimentar, uma crise de fertilizantes e uma crise energética também", disse Kallas em entrevista à Reuters.
Segundo a chefe da diplomacia da União Europeia. Bruxelas começou a ter em conta a imprevisibilidade dos Estados Unidos um ano após o regresso do Presidente Donald Trump à Casa Branca.
"É claro que somos aliados dos Estados Unidos, mas não compreendemos muito bem as suas ações recentes", acrescentou Kallas na entrevista à Reuters.
"Acho que ficou bastante claro, depois deste ano, que a palavra que temos de ter em conta é imprevisibilidade. Por isso, agora estamos mais calmos porque esperamos que coisas imprevisíveis aconteçam a todo o momento, e aceitamo-las como são, mantemos a calma e continuamos focados", realçou.