Especiais
UNRWA alerta que terá de parar as suas operações até quarta-feira à noite
A Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos advertiu esta tarde que já só tem combustível para mais 24 horas e que se verá por isso forçada a parar as suas operações no enclave se não houver reabastecimentos.
"A UNRWA vai ficar sem combustível amanhã à noite - forçando-nos a parar as operações e entregas de ajuda humanitária à população em necessidade", advertiu a agência na rede X, antigo Twitter.
🛑@UNRWA warning: If we do not get fuel urgently, we will be forced to halt our operations in the📍#GazaStrip as of tomorrow night.
— UNRWA (@UNRWA) October 24, 2023
🆘 @UN agency says its #Gaza operation will end tomorrow 'if we don't get fuel'@JulietteTouma @BBCNews https://t.co/JfQLPwmSGb
Esta tarde, responsáveis das Nações Unidas anunciaram a entrada em Gaza, ainda esta terça-feira, de 400.000 litros de combustível e de 20 camiões a postos. Ao fim do dia, hora local, reconheceram que a ajuda não tinha seguido caminho e permanecia do lado do Egito. "Esperamos que possa seguir amanhã", afirmaram responsáveis no terreno.
À BBC, A porta-voz da UNRWA, Tamara al-Rifai, disse que "precisamos de combustível para as nossas centrais de dessalinização de água, para que as pessoas possam ter acesso a água potável. Os hospitais precisam de combustível para as máquinas, que salvam vidas", acrescentou Al Rifai, descrevendo a situação como "frustrante".
A UNRWA avisou no domingo que só tinha combustível suficiente para continuar a funcionar durante mais três dias. "Sem combustível não haverá água, nem hospitais, nem padarias. Sem combustível, a ajuda não chegará àqueles que dela tanto necessitam", afirmou o comissário geral da UNRWA, Philippe Lazzarini.
com Lusa
A UNRWA avisou no domingo que só tinha combustível suficiente para continuar a funcionar durante mais três dias. "Sem combustível não haverá água, nem hospitais, nem padarias. Sem combustível, a ajuda não chegará àqueles que dela tanto necessitam", afirmou o comissário geral da UNRWA, Philippe Lazzarini.
com Lusa