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"Utilização da base das Lajes tem cumprido os pressupostos"
O deputado bloquista Fabian Figueiredo começou a intervenção no debate quinzenal dizendo que “hoje o mundo tem um novo rei louco: Donald Trump ameaça aliados, aplica tarifas como castigo, espalha o caos, e o senhor primeiro-ministro aplaude. Disponibiliza-lhe a base das Lajes e chama a isso política externa”.
“A conta, infelizmente, não fica só para quem aplaude. Chega a todos os portugueses na conta do combustível, na energia, na prestação da casa, na fatura do supermercado”, vincou.
O Bloco de Esquerda pediu que o Governo “retire, de uma vez por todas, Portugal da rota da guerra, como fez Espanha, Irlanda, Bélgica ou Áustria” e que o Executivo “regule os preços dos combustíveis e da energia para todos os portugueses”.
“Vai ter a coragem de estar ao lado dos portugueses com propostas e medidas robustas ou vai insistir em estar ao lado de quem lhes aplica uma taxa de guerra injusta nas contas do dia-a-dia?”, perguntou ao primeiro-ministro.
Luís Montenegro reiterou que “Portugal não acompanhou, não subscreveu, não participou no espoletar desta operação, o que não significa que não tenha assumido as suas responsabilidades em momento posterior relativamente à utilização de uma base militar ao abrigo do acordo que tem com um aliado”, os EUA.
O chefe de Governo aproveitou para transmitir que “a utilização da base das Lajes tem exatamente cumprido os pressupostos subjacentes à autorização formulada por parte da República portuguesa”.
“Não há nenhuma razão para poder duvidar que a utilização está a extravasar os condicionalismos que foram nessa ocasião transmitidos aos EUA”, insistiu.
Luís Montenegro disse ainda que “Portugal não fica atrás de nenhum dos seus parceiros europeus no que diz respeito à abordagem do direito internacional e se calhar fica à frente de muitos do ponto de vista da coerência dos seus posicionamentos”.
“A conta, infelizmente, não fica só para quem aplaude. Chega a todos os portugueses na conta do combustível, na energia, na prestação da casa, na fatura do supermercado”, vincou.
O Bloco de Esquerda pediu que o Governo “retire, de uma vez por todas, Portugal da rota da guerra, como fez Espanha, Irlanda, Bélgica ou Áustria” e que o Executivo “regule os preços dos combustíveis e da energia para todos os portugueses”.
“Vai ter a coragem de estar ao lado dos portugueses com propostas e medidas robustas ou vai insistir em estar ao lado de quem lhes aplica uma taxa de guerra injusta nas contas do dia-a-dia?”, perguntou ao primeiro-ministro.
Luís Montenegro reiterou que “Portugal não acompanhou, não subscreveu, não participou no espoletar desta operação, o que não significa que não tenha assumido as suas responsabilidades em momento posterior relativamente à utilização de uma base militar ao abrigo do acordo que tem com um aliado”, os EUA.
O chefe de Governo aproveitou para transmitir que “a utilização da base das Lajes tem exatamente cumprido os pressupostos subjacentes à autorização formulada por parte da República portuguesa”.
“Não há nenhuma razão para poder duvidar que a utilização está a extravasar os condicionalismos que foram nessa ocasião transmitidos aos EUA”, insistiu.
Luís Montenegro disse ainda que “Portugal não fica atrás de nenhum dos seus parceiros europeus no que diz respeito à abordagem do direito internacional e se calhar fica à frente de muitos do ponto de vista da coerência dos seus posicionamentos”.