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Ventura critica "desaparecimento" do Governo e do presidente perante "intempérie terrível"
O candidato presidencial André Ventura criticou hoje o “desaparecimento” do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, Luís Montenegro, durante a “intempérie terrível” causada pela depressão Kristin.
“Senti, francamente, que da parte do Governo, da parte do presidente da República, houve um certo desaparecimento nesta matéria. E este é daqueles momentos em que os agentes políticos devem estar presentes”, disse aos jornalistas em Coimbra.
Sobre a visita do primeiro-ministro a Leiria agendada para hoje, Ventura entende que Montenegro “já devia ter tomado essa iniciativa, assim como decretado o estado de calamidade”, algo que aconteceu esta manhã.
Questionado sobre como teria atuado como presidente da República, o candidato respondeu que o teria feito “com proximidade”.
“Aliás, notou-se até que Marcelo Rebelo de Sousa teve proximidade noutros contextos e que agora decidiu não o fazer. É uma opção do próprio”, criticou.
“Senti, francamente, que da parte do Governo, da parte do presidente da República, houve um certo desaparecimento nesta matéria. E este é daqueles momentos em que os agentes políticos devem estar presentes”, disse aos jornalistas em Coimbra.
Sobre a visita do primeiro-ministro a Leiria agendada para hoje, Ventura entende que Montenegro “já devia ter tomado essa iniciativa, assim como decretado o estado de calamidade”, algo que aconteceu esta manhã.
Questionado sobre como teria atuado como presidente da República, o candidato respondeu que o teria feito “com proximidade”.
“Aliás, notou-se até que Marcelo Rebelo de Sousa teve proximidade noutros contextos e que agora decidiu não o fazer. É uma opção do próprio”, criticou.