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Vingar a morte de Khamenei é um "direito e dever legítimo"
O presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, declarou este domingo que vingar a morte do Líder Supremo, o ayatollah Ali Khamenei, morto em ataques aéreos dos EUA e de Israel, era um "direito e dever legítimo" da República Islâmica.
Afirmou ainda que a morte desta "mais alta autoridade política da República Islâmica do Irão e de um proeminente líder do xiismo em todo o mundo" constitui uma "declaração de guerra contra os muçulmanos, e em particular contra os xiitas, em todo o mundo", num comunicado transmitido pela televisão estatal.
Afirmou ainda que a morte desta "mais alta autoridade política da República Islâmica do Irão e de um proeminente líder do xiismo em todo o mundo" constitui uma "declaração de guerra contra os muçulmanos, e em particular contra os xiitas, em todo o mundo", num comunicado transmitido pela televisão estatal.