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Voos de longo curso na Europa afetados pela guerra no Médio Oriente
A guerra entre os EUA e Israel contra o Irão interrompeu o tráfego aéreo em importantes centros de ligação no Dubai, Doha e Abu Dhabi, expondo a forte dependência da Europa em relação às companhias aéreas do Golfo para voos de longo curso para a Ásia.
Dezenas de milhares de cancelamentos deixaram milhões de passageiros retidos, evidenciando a dependência do sector em relação à Emirates, Qatar Airways e Etihad.
O CEO da Air France-KLM, Benjamin Smith, classificou o sucedido como um "alerta", com 600 aviões parados, incluindo 100 que serviam a Europa. Já o CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, alerta que a Europa está a perder o controlo sobre as rotas, alegando um bloqueio efetivo a partir de Manila.
As companhias aéreas europeias estão agora a aumentar os voos diretos entre a Europa e a Ásia para reduzir a dependência das companhias aéreas do Golfo.
Dezenas de milhares de cancelamentos deixaram milhões de passageiros retidos, evidenciando a dependência do sector em relação à Emirates, Qatar Airways e Etihad.
O CEO da Air France-KLM, Benjamin Smith, classificou o sucedido como um "alerta", com 600 aviões parados, incluindo 100 que serviam a Europa. Já o CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, alerta que a Europa está a perder o controlo sobre as rotas, alegando um bloqueio efetivo a partir de Manila.
As companhias aéreas europeias estão agora a aumentar os voos diretos entre a Europa e a Ásia para reduzir a dependência das companhias aéreas do Golfo.