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Wall Street fecha em alta esperançada em que o pior já passou
A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, com os investidores a saudarem a possibilidade de negociações diretas entre dirigentes israelitas e libaneses, no segundo dia da trégua entre Washington e Teerão.
Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,58%, o tecnológico Nasdaq subiu 0,83% e o alargado S&P500 valorizou 0,62%.
"O mercado bolsista progride, na esperança de que o pior já passou", comentou Adam Sarhan, da 50 Park Investments, em declarações à AFP.
Depois de abrir em baixa, a praça bolsista recuperou a meio da sessão, depois de ouvir Benjamin Netanyahu a anunciar que vai procurar ter "negociações diretas" com o Líbano, depois de dias em que tem massacrado a população civil libanesa.
As negociações devem decorrer na próxima semana em Washington.
Este anúncio dissipou parte das inquietações quanto à solidez do cessar-fogo entre Israel e EUA e o Irão.
"Mas a instabilidade geopolítica ligada ao Médio Oriente continua forte", apontaram os analistas da Briefing.com.
Os olhares estão focados no Estreito de Ormuz, cuja reabertura foi anunciada, bem como o risco de poder estar minado, alertou o Irão.
Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average ganhou 0,58%, o tecnológico Nasdaq subiu 0,83% e o alargado S&P500 valorizou 0,62%.
"O mercado bolsista progride, na esperança de que o pior já passou", comentou Adam Sarhan, da 50 Park Investments, em declarações à AFP.
Depois de abrir em baixa, a praça bolsista recuperou a meio da sessão, depois de ouvir Benjamin Netanyahu a anunciar que vai procurar ter "negociações diretas" com o Líbano, depois de dias em que tem massacrado a população civil libanesa.
As negociações devem decorrer na próxima semana em Washington.
Este anúncio dissipou parte das inquietações quanto à solidez do cessar-fogo entre Israel e EUA e o Irão.
"Mas a instabilidade geopolítica ligada ao Médio Oriente continua forte", apontaram os analistas da Briefing.com.
Os olhares estão focados no Estreito de Ormuz, cuja reabertura foi anunciada, bem como o risco de poder estar minado, alertou o Irão.
Um petroleiro não iraniano, o primeiro desde o anúncio do cessar-fogo, atravessou hoje esta passagem estratégica por onde passa um quinto do petróleo mundial, cuja reabertura era uma das condições para o cessar das hostilidades.
Lusa