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WSJ. Washington impõe sanções a Bagdade para forçar desmantelamento de milícias pró-Irão
Os Estados Unidos suspenderam o envio de dólares para Bagdad, bem como os programas de cooperação militar, na esperança de forçar o Iraque a desmantelar as milícias pró-Irão que acusam de ataques recentes contra interesses americanos, segundo relatos dos meios de comunicação social.
O Wall Street Journal, citando fontes oficiais iraquianas e norte-americanas, noticiou na noite de terça-feira que Washington suspendeu, pela segunda vez desde o início da guerra, o envio por avião de carga de quase 500 milhões de dólares em dinheiro vivo, provenientes da venda de petróleo iraquiano.
Um funcionário do Governo iraquiano disse à AFP que apenas um carregamento não chegou, alegando "razões logísticas relacionadas com a guerra" e o encerramento do espaço aéreo iraquiano.
Outro funcionário, este do Banco Central do Iraque, disse à AFP que as entregas de dólares cessaram durante a guerra regional "devido à suspensão dos voos e à situação de segurança".
Acrescentou que o Banco Central não solicitou mais dólares porque tem reservas suficientes e "atualmente não há necessidade de as aumentar".
As receitas das exportações de petróleo iraquiano são depositadas em grande parte no Banco da Reserva Federal de Nova Iorque, em virtude de um acordo assinado após a invasão americana de 2003 que derrubou Saddam Hussein.
Este acordo confere a Washington uma influência significativa sobre as autoridades em Bagdade.
O Wall Street Journal, citando fontes oficiais iraquianas e norte-americanas, noticiou na noite de terça-feira que Washington suspendeu, pela segunda vez desde o início da guerra, o envio por avião de carga de quase 500 milhões de dólares em dinheiro vivo, provenientes da venda de petróleo iraquiano.
Um funcionário do Governo iraquiano disse à AFP que apenas um carregamento não chegou, alegando "razões logísticas relacionadas com a guerra" e o encerramento do espaço aéreo iraquiano.
Outro funcionário, este do Banco Central do Iraque, disse à AFP que as entregas de dólares cessaram durante a guerra regional "devido à suspensão dos voos e à situação de segurança".
Acrescentou que o Banco Central não solicitou mais dólares porque tem reservas suficientes e "atualmente não há necessidade de as aumentar".
As receitas das exportações de petróleo iraquiano são depositadas em grande parte no Banco da Reserva Federal de Nova Iorque, em virtude de um acordo assinado após a invasão americana de 2003 que derrubou Saddam Hussein.
Este acordo confere a Washington uma influência significativa sobre as autoridades em Bagdade.