Mundo
Guerra na Ucrânia
Morreram seis pessoas na Ucrânia em ataques russos, cinco na resposta de Kiev
Summy, Kiev, Kharkiv, Dnipro, Donetsk, Kherson e Zaporizhia foram este sábado alvos das forças russas. Kiev respondeu em força.
Os ataques fizeram seis mortos e 29 feridos. Moscovo bombardeou várias cidades. A maioria das vítimas registou-se em Summy e há uma criança entre as vítimas mortais.
Summy, Kiev, Kharkiv, Dnipro, Donetsk, Kherson e Zaporizhia foram este sábado alvos das forças russas.
A Rússia anunciou também que atacou empresas do complexo militar-industrial ucraniano e vários portos. A Ucrânia respondeu: diz que atingiu mais de 20 petroleiros russos e outras embarcações no Mar de Azov.
Rússia regista cinco mortos em ataques de Kiev
Os ataques ucranianos contra a Rússia e territórios ocupados por Moscovo fizeram cinco mortos, segundo as autoridades de ambos os países.
Nos últimos meses Kiev intensificou os ataques contra Moscovo, classificando estas ações de represálias contra os bombardeamentos diários da Rússia desde o início da invasão de fevereiro de 2022.
Quatro pessoas morreram em Energodar, na parte da região de Zaporizhia (sul da Ucrânia) ocupada por tropas russas, e outra morreu num ataque de drone ucraniano de médio alcance na região russa de Samara, segundo autoridades russas este domingo.
Os ataques ucranianos contra a Rússia e territórios ocupados por Moscovo fizeram cinco mortos, segundo as autoridades de ambos os países.
Nos últimos meses Kiev intensificou os ataques contra Moscovo, classificando estas ações de represálias contra os bombardeamentos diários da Rússia desde o início da invasão de fevereiro de 2022.
Quatro pessoas morreram em Energodar, na parte da região de Zaporizhia (sul da Ucrânia) ocupada por tropas russas, e outra morreu num ataque de drone ucraniano de médio alcance na região russa de Samara, segundo autoridades russas este domingo.
Os ataques deste fim de semana acontecem em vésperas do encontro em Paris dos países aliados de Kiev e que deverá contar com a presença do chanceler alemão, Friedrich Merz, o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, e o presidente italiano, Sergio Mattarella. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, não estará presente.
Kiev quer mais pressão sobre Moscovo para acabar com quatro anos de invasão russa, pedindo mais meios para garantir a sua defesa antiaérea, especialmente para contrariar os ataques de mísseis balísticos que recentemente se intensificaram.
A reunião deverá centrar-se no reforço da defesa aérea e antimíssil da Ucrânia, incluindo a produção de armamento sob licença em território ucraniano. O presidente Donald Trump declarou esta semana que iria autorizar Kiev a produzir os seus próprios mísseis Patriot para os sistemas de defesa antiaérea.
Zelensky vai participar terça-feira no desfile militar do Dia da Bastilha, nos Campos Elísios.