Mundo
Guerra na Ucrânia
Ucrânia apela a mais apoio. Zelensky recebido por Sánchez em Espanha
Volodymyr Zelensky está em Espanha para se encontrar com Pedro Sánchez e participar na assinatura de novos acordos de Defesa.
O encontro em Madrid entre Pedro Sánchez e Volodymyr Zelensky acontece um dia antes do Conselho Europeu, marcado para quinta-feira, no qual o presidente ucraniano também vai participar.
O presidente do Governo espanhol recebe no Palácio de Moncloa o presidente ucraniano, numa altura Madrid tenta reafirmar o apoio a Kiev.Esta será a quarta visita do líder ucraniano a Espanha desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.
Espera-se que Zelensky participe da assinatura dos acordos de defesa entre a Ucrânia e a Espanha e se encontre com o Rei Felipe VI, assim como com os chefes do parlamento espanhol.
Depois de a ministra espanhola da Defesa, Margarita Robles, ter anunciado que Zelensky iria visitar Espanha, fontes governamentais confirmaram a data e o encontro com Sánchez, após o qual os dois líderes irão assinar uma série de acordos e farão declarações à imprensa.
A visita a Espanha foi agendada para a véspera da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, na qual o presidente ucraniano também irá participar. Em cima da mesa nesta cimeira estará o financiamento da União Europeia à Ucrânia e formas de aumentar a pressão sobre a Rússia.Em dezembro passado, a União Europeia aprovou a emissão da dívida necessária para financiar o empréstimo de 90 mil milhões de euros que tinha prometido para apoiar Kiev, mas o Governo húngaro vetou esta medida até que a Ucrânia restabeleça o trânsito de petróleo russo para a Hungria.
Já Sánchez reafirmou que vai apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário e que defenderá a libertação da ajuda prometida pela UE. Espera-se que o primeiro-ministro espanhol se afirme contra a decisão dos Estados Unidos de suspender temporariamente as sanções ao petróleo russo para mitigar os efeitos da guerra no Irão.
Recorde-se que Donald Trump criticou publicamente o primeiro-ministro britânico e Pedro Sanchez pelas posições assumidas sobre o conflito no Médio Oriente e chegou a ameaçar cortar todo o comércio com a Espanha devido à recusa em apoiar as operações militares dos EUA no Irão.
O presidente do Governo espanhol recebe no Palácio de Moncloa o presidente ucraniano, numa altura Madrid tenta reafirmar o apoio a Kiev.Esta será a quarta visita do líder ucraniano a Espanha desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.
Espera-se que Zelensky participe da assinatura dos acordos de defesa entre a Ucrânia e a Espanha e se encontre com o Rei Felipe VI, assim como com os chefes do parlamento espanhol.
Depois de a ministra espanhola da Defesa, Margarita Robles, ter anunciado que Zelensky iria visitar Espanha, fontes governamentais confirmaram a data e o encontro com Sánchez, após o qual os dois líderes irão assinar uma série de acordos e farão declarações à imprensa.
A visita a Espanha foi agendada para a véspera da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, na qual o presidente ucraniano também irá participar. Em cima da mesa nesta cimeira estará o financiamento da União Europeia à Ucrânia e formas de aumentar a pressão sobre a Rússia.Em dezembro passado, a União Europeia aprovou a emissão da dívida necessária para financiar o empréstimo de 90 mil milhões de euros que tinha prometido para apoiar Kiev, mas o Governo húngaro vetou esta medida até que a Ucrânia restabeleça o trânsito de petróleo russo para a Hungria.
Já Sánchez reafirmou que vai apoiar a Ucrânia durante o tempo que for necessário e que defenderá a libertação da ajuda prometida pela UE. Espera-se que o primeiro-ministro espanhol se afirme contra a decisão dos Estados Unidos de suspender temporariamente as sanções ao petróleo russo para mitigar os efeitos da guerra no Irão.
Recorde-se que Donald Trump criticou publicamente o primeiro-ministro britânico e Pedro Sanchez pelas posições assumidas sobre o conflito no Médio Oriente e chegou a ameaçar cortar todo o comércio com a Espanha devido à recusa em apoiar as operações militares dos EUA no Irão.
A última viagem de Zelensky a Espanha foi em novembro passado, quando visitou o Congresso e se reuniu com representantes da indústria de defesa espanhola.
Zelensky pede Trump que obtenha consensos com Reino Unido
O presidente ucraniano pediu também esta quarta-feira ao homólogo norte-americano e ao primeiro-ministro britânico para procurarem consensos após divergências sobre a guerra contra o Irão.
Em entrevista à BBC, Zelensky disse que Donald Trump se deveria reunir com Keir Starmer para "reavivar as relações" depois das críticas do chefe de Estado norte-americano ao primeiro-ministro do Governo de Londres pela decisão de não se envolver no conflito no Médio Oriente.
Trump criticou ainda os aliados da Aliança Atlântica por se recusarem a enviar reforços militares para permitir a reabertura do Estreito de Ormuz, cujo bloqueio provocou uma forte subida dos preços do petróleo, que ultrapassaram os 100 dólares por barril.
Zelensky expressou também profunda preocupação sobre o impacto do conflito no Médio Oriente na guerra na Ucrânia.
Durante a visita a Londres, o presidente ucraniano assinou um acordo de defesa com o Reino Unido, cujos detalhes ainda não foram divulgados.
O presidente ucraniano pediu também esta quarta-feira ao homólogo norte-americano e ao primeiro-ministro britânico para procurarem consensos após divergências sobre a guerra contra o Irão.
Em entrevista à BBC, Zelensky disse que Donald Trump se deveria reunir com Keir Starmer para "reavivar as relações" depois das críticas do chefe de Estado norte-americano ao primeiro-ministro do Governo de Londres pela decisão de não se envolver no conflito no Médio Oriente.
Trump criticou ainda os aliados da Aliança Atlântica por se recusarem a enviar reforços militares para permitir a reabertura do Estreito de Ormuz, cujo bloqueio provocou uma forte subida dos preços do petróleo, que ultrapassaram os 100 dólares por barril.
Zelensky expressou também profunda preocupação sobre o impacto do conflito no Médio Oriente na guerra na Ucrânia.
Durante a visita a Londres, o presidente ucraniano assinou um acordo de defesa com o Reino Unido, cujos detalhes ainda não foram divulgados.
c/ agências