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Ajudar fugitivo Gastão Salsinha passa a "ser crime" em Timor-Leste
A partir de amanhã ajudar o ex-tenente das forças armadas timorenses, Gastão Salsinha, passa a ser crime e as pessoas que ajudarem o fugitivo serão perseguidas pela justiça. O anúncio foi feito hoje em Timor-Leste pelo Presidente da República interino, Fernando “La Sama” Araújo.
A partir de amanhã haverá uma perseguição pela justiça a todos os que, de alguma forma, ajudem o ex-tenente Gastão Salsinha que continua fugido depois de várias promessas, nunca cumpridas, de se entregar às autoridades timorenses.
"É um crime", ajudar Salsinha, anunciou o Presidente da República interino de Timor-Leste que acrescentou em entrevista à agência Lusa que "tentar esconder ou dar apoio a Salsinha ou a alguém do seu grupo é um acto criminal", a que as autoridades estão dispostas a responder com acusações formais de cumplicidade com o ex-militar.
"Em qualquer parte do mundo, quem apoia um rebelde ou um criminoso é também considerado criminoso. Está previsto no Código Penal" timorense, explicou "La Sama", que consultou o procurador-geral da República sobre mais esta forma de "apertar o cerco" ao ex-tenente Gastão Salsinha e ao grupo de fugitivos implicados nos ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente José Ramos Horta e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão.
Entretanto, continua nos distritos ocidentais de Ermera e Bobonaro, a operação "Halibur" de captura de Gastão Salsinha, mas "ainda não foi dada ordem de disparar", declarou o Presidente interino que espera que Salsinha “seja capturado ou que se renda em breve e que o processo de investigação seja mais rápido".
"É um crime", ajudar Salsinha, anunciou o Presidente da República interino de Timor-Leste que acrescentou em entrevista à agência Lusa que "tentar esconder ou dar apoio a Salsinha ou a alguém do seu grupo é um acto criminal", a que as autoridades estão dispostas a responder com acusações formais de cumplicidade com o ex-militar.
"Em qualquer parte do mundo, quem apoia um rebelde ou um criminoso é também considerado criminoso. Está previsto no Código Penal" timorense, explicou "La Sama", que consultou o procurador-geral da República sobre mais esta forma de "apertar o cerco" ao ex-tenente Gastão Salsinha e ao grupo de fugitivos implicados nos ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente José Ramos Horta e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão.
Entretanto, continua nos distritos ocidentais de Ermera e Bobonaro, a operação "Halibur" de captura de Gastão Salsinha, mas "ainda não foi dada ordem de disparar", declarou o Presidente interino que espera que Salsinha “seja capturado ou que se renda em breve e que o processo de investigação seja mais rápido".