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Amazónia. Bolsonaro aceita ajuda do G7 se Macron "retirar insultos"

Amazónia. Bolsonaro aceita ajuda do G7 se Macron "retirar insultos"

Um dia depois da troca de palavras entre Macron e Bolsonaro, por causa dos incêndios na Amazónia, o Presidente do Brasil vem agora afirmar que pode aceitar a ajuda do G7 se o Presidente francês retirar os "insultos". Também hoje, Donald Trump pediu num post no Twitter "total apoio" a Bolsonaro que, diz, tem feito um "grande trabalho".

Alexandre Brito - RTP /
Reuters

No final da reunião do G7 foi anunciada a disponibilidade imediata para ajudar o Brasil no combate aos fogos, com cerca de 20 milhões de dólares.

Algo que o Presidente do Brasil começou por recusar e que agora admite aceitar se Macron retirar o que considera "insultos".

Em causa a troca de palavras dos dois líderes mundiais nos últimos dias, com Bolsonaro a fazer comentários sobre a mulher do Presidente francês. Macron respondeu, chamou de mentiroso ao Presidente brasileiro e disse que as mulheres deviam estar com vergonha do seu líder.

À conversa com jornalistas, esta terça-feira, Bolsonaro afirmou que "primeiro, Macron tem que retirar os insultos. Chamou-me mentiroso. Depois eu respondo".

O gabinete de Macron recusou fazer, até ao momento, qualquer comentário.

Com a retórica em curso, ao mesmo tempo que as chamas consomem floresta na Amazónia, o Presidente dos EUA escreveu hoje no Twitter apelando ao "completo apoio" ao Presidente Jair Bolsonaro que está "a trabalhar muito sobre os incêndios na Amazónia e a fazer um grande trabalho para o povo do Brasil - Não é fácil", diz Trump.

O Presidente dos EUA reafirmou ainda o "total apoio dos Estados Unidos da América".
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