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Barack Obama é o homem mais admirado pelos norte-americanos - sondagem

Barack Obama é o homem mais admirado pelos norte-americanos - sondagem

Washington, 26 Dez (Lusa) - O Presidente eleito dos Estados Unidos Barack Obama é o homem no mundo mais admirado pelos norte-americanos, segundo uma sondagem anual hoje publicada pelo jornal USA Today.

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. /

Quase um terço (32 por cento) dos inquiridos mencionou o nome de Obama, que toma posse no próximo dia 20 de Janeiro, quando questionados sobre a personalidade masculina que mais admiravam.

É a primeira vez que um presidente eleito consegue tal pontuação desde a eleição para a Casa Branca de Dwight Eisenhower, em 1952.

Em contraste, apenas cinco por cento do painel referiu o Presidente ainda em exercício George W. Bush, conseguindo assim o segundo lugar da tabela depois de ter ocupado, há sete anos, a primeira posição.

Em 2001, alguns meses depois dos atentados do 11 de Setembro, Bush obteve 39 por cento dos votos.

O ex-candidato presidencial, o republicano John McCain, conquistou o terceiro lugar nesta votação, com três por cento.

A quarta posição desta tabela, com dois por cento dos votos, foi ocupada por três personalidades: o Papa Bento XVI, o antigo Presidente Bill Clinton e o evangelista Billy Graham.

No universo feminino, o nome da futura secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, foi o mais mencionado pelos inquiridos, conquistando 20 por cento dos votos.

Em segundo lugar surge a governadora do Alasca e a ex-candidata republicana a vice-presidente Sarah Palin, com 11 por cento.

Dentro do `top` das cinco mulheres mais admiradas estão ainda a estrela da televisão norte-americana Oprah Winfrey (oito por cento), a actual secretária de Estado Condoleezza Rice (sete por cento) e a futura primeira-dama, Michelle Obama, que conseguiu três por cento dos votos.

Esta sondagem, realizada pela Gallup desde 1948, foi feita através de entrevistas telefónicas, entre 12 e 14 de Dezembro, com uma margem de erro de cerca de três por cento.

SCA.

Lusa/Fim


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