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Comboio da CP que seguia de Vigo para o Porto descarrila na Galiza
O descarrilamento de um comboio de passageiros da CP fez pelo menos quatro mortos e cerca de 50 feridos. O acidente registou-se em O Porriño, Galiza, Espanha. A bordo seguiam 69 pessoas.
O acidente causou, pelo menos, quatro vítimas mortais, sendo que uma delas é o maquinista do comboio português. O comboio da CP, o Celta, fazia a ligação, entre Vigo e o Porto, com 69 passageiros a bordo.
O acidente ferroviário fez ainda cerca de 50 feridos, de diversas nacionalidades, como confirmou aos jornalistas, Alberto Feijoo, presidente da Junta da Galiza.
Sabe-se que o comboio descarrilou próximo da estação de O Porriño, Pontevedra, Espanha. O acidente aconteceu às 9h30 locais (8h30 em Lisboa), na altura em que o comboio se preparava para entrar na estação de O Porriño.
Com o acidente desta sexta-feira, a população da Galiza lembra as 79 pessoas que morreram e as cerca de 130 que ficaram feridas, em julho de 2013.
Na altura houve também um descarrilamento de um comboio que fazia a rota Madrid-Ferrol, nas imediações de Santiago de Compostela, na Galiza, tendo sido a maior tragédia ferroviária em Espanha nos últimos 70 anos.
O comboio, composto por três carruagens, terá embatido contra um poste junto à linha. Por enquanto, desconhecem-se os motivos que estarão na origem do acidente.
O Porriño fica situado a cerca de 15 quilómetros a norte da cidade portuguesa de Valença do Minho.
Várias corporações de bombeiros foram chamadas, incluindo portuguesas, e os serviços de Proteção Civil. Também equipas médicas foram enviadas para o local de helicóptero.
Uma das primeiras pessoas a chegar à zona do acidente foi a espanhola Pilar Alvarez Lopez, que foi surpreendida com o descarrilamento, quando estava a caminho do trabalho, tal como relatou à Antena 1.
Neste momento, está suspensa a circulação dos comboios na linha Pontevedra-Tui-Portugal.
De acordo com informações veiculadas pela imprensa espanhola, aquela via tinha sofrido recentemente um conjunto de obras. A Adif, a entidade que gere as estruturas ferroviárias em Espanha, já anunciou que abriu uma investigação para determinar as causas do acidente.
Contudo, o ministro do Fomento de Espanha, Rafael Catalá, revelou que o comboio da CP fez uma "grande revisão em maio" e uma revisão de rotina na quinta-feira, no Porto.
O ministro espanhol realçou ainda que o maquinista português tinha todas as certificações para operar o equipamento acidentado e que, "obviamente, estava informado sobre a intervenção que estava a ocorrer na linha".
Em comunicado, a CP anunciou que está a acompanhar e a colaborar com a congénere espanhola RENFE na sequência do acidente com o comboio português e lamenta “profundamente” as vítimas mortais deste acidente.
O acidente ferroviário fez ainda cerca de 50 feridos, de diversas nacionalidades, como confirmou aos jornalistas, Alberto Feijoo, presidente da Junta da Galiza.
Sabe-se que o comboio descarrilou próximo da estação de O Porriño, Pontevedra, Espanha. O acidente aconteceu às 9h30 locais (8h30 em Lisboa), na altura em que o comboio se preparava para entrar na estação de O Porriño.
Com o acidente desta sexta-feira, a população da Galiza lembra as 79 pessoas que morreram e as cerca de 130 que ficaram feridas, em julho de 2013.
Na altura houve também um descarrilamento de um comboio que fazia a rota Madrid-Ferrol, nas imediações de Santiago de Compostela, na Galiza, tendo sido a maior tragédia ferroviária em Espanha nos últimos 70 anos.
Se eleva a tres el número de fallecidos por el descarrilamiento de O Porriño https://t.co/rR1G0IvEwO pic.twitter.com/QOCpgC9iKH
— Antena3Noticias (@A3Noticias) 9 de setembro de 2016
O comboio, composto por três carruagens, terá embatido contra um poste junto à linha. Por enquanto, desconhecem-se os motivos que estarão na origem do acidente.
Una triste tragedia sacude O Porriño mis condolencias a las familias de las víctimas españolas y portuguesas. pic.twitter.com/4pOpKDfL3t
— Elvis Fernández (@Elvisfdez) 9 de setembro de 2016
O Porriño fica situado a cerca de 15 quilómetros a norte da cidade portuguesa de Valença do Minho.
Várias corporações de bombeiros foram chamadas, incluindo portuguesas, e os serviços de Proteção Civil. Também equipas médicas foram enviadas para o local de helicóptero.
Uma das primeiras pessoas a chegar à zona do acidente foi a espanhola Pilar Alvarez Lopez, que foi surpreendida com o descarrilamento, quando estava a caminho do trabalho, tal como relatou à Antena 1.
Neste momento, está suspensa a circulação dos comboios na linha Pontevedra-Tui-Portugal.
De acordo com informações veiculadas pela imprensa espanhola, aquela via tinha sofrido recentemente um conjunto de obras. A Adif, a entidade que gere as estruturas ferroviárias em Espanha, já anunciou que abriu uma investigação para determinar as causas do acidente.
#DescarrilamientoOPorriño Adif ha abierto una investigación para determinar las causas del accidente ferroviario
— Adif (@Adif_es) 9 de setembro de 2016
Contudo, o ministro do Fomento de Espanha, Rafael Catalá, revelou que o comboio da CP fez uma "grande revisão em maio" e uma revisão de rotina na quinta-feira, no Porto.
O ministro espanhol realçou ainda que o maquinista português tinha todas as certificações para operar o equipamento acidentado e que, "obviamente, estava informado sobre a intervenção que estava a ocorrer na linha".
Em comunicado, a CP anunciou que está a acompanhar e a colaborar com a congénere espanhola RENFE na sequência do acidente com o comboio português e lamenta “profundamente” as vítimas mortais deste acidente.