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Copiloto da Air China suspeito de fumar no avião causou queda de mais de 7.500 metros

Copiloto da Air China suspeito de fumar no avião causou queda de mais de 7.500 metros

A queda a pique do avião num voo da Air China, durante dez minutos, esta semana, deveu-se a um erro do copiloto, que estava a fumar um cigarro eletrónico, divulgaram hoje as autoridades.

Lusa /
Regis Duvignau - Reuters

Investigações preliminares revelam que o copiloto tentou, sem avisar o piloto, desligar o ventilador de circulação do ar, para evitar que o fumo chegasse à cabine.

"No entanto, terá por engano desligado o aparelho de ar condicionado que estava ao lado, resultando em oxigénio insuficiente na cabine e um alerta de altitude", afirmou um responsável da Administração Civil da China, citado pela agência noticiosa oficial Xinhua.

"Estamos a investigar as causas em pormenor. Caso se confirmem as suspeitas, vamos atuar de acordo com a lei e as regulações e lidar com esta questão de forma rigorosa", acrescentou.

Fumar é expressamente proibido em voos comerciais, incluindo cigarros eletrónicos.

Na terça-feira, meia hora depois do voo CA106 ter partido de Hong Kong, com 153 passageiros a bordo, as máscaras de oxigénio caíram do teto do avião, que imediatamente desceu mais de 7.500 metros em dez minutos.

O avião, um Boeing 737, recuperou depois a altitude e voou em segurança até ao destino final, a cidade de Dalian, no nordeste da China.

Não foram reportados feridos entre os passageiros ou danos no avião.

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