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"Curioso", tenho um furo mas estou em Marte
O Rover da NASA "Curiosity" que está no planeta Vermelho desde 2012 tem um furo numa das seis rodas. Um problema que foi provocado pelo desgaste do material.
"Aló Terra. Olhem para mim, tenho um furo", parece dizer o veículo espacial Curiosity quando em abril passado enviou uma foto que mostrava uma das seis rodas motrizes com sinais de forte desgaste.

Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
O motivo para tal estrago deve-se ao facto do veículo espacial da NASA, que pousou em Marte em agosto de 2012, estar ao ativo há muito tempo e a rodar sobre o rochoso e duro solo marciano com rodas de alumínio.

Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
A NASA optou por utilizar este tipo de material para o fabrico das rodas devido a sua resistência e leveza, mas o que a NASA não contava é que o solo de Marte fosse tão agreste.
Para já o Curiosity vai continuar, mas agora aos engenheiros que acompanham a missão vão estar mais atentos às fotos que vão chegando de Marte, que vai informando qual é o estado dos estragos já presentes.

Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
O Rover tem uma velocidade máxima em chão liso e duro, de pouco mais de 4 centímetros por segundo e nos últimos três anos já realizou 10 quilómetros (abril 2015) em solo marciano.
E pedir ajuda da assistência em viagem, neste caso, nem a “Marta” pode ajudar.
Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
O motivo para tal estrago deve-se ao facto do veículo espacial da NASA, que pousou em Marte em agosto de 2012, estar ao ativo há muito tempo e a rodar sobre o rochoso e duro solo marciano com rodas de alumínio.
Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
A NASA optou por utilizar este tipo de material para o fabrico das rodas devido a sua resistência e leveza, mas o que a NASA não contava é que o solo de Marte fosse tão agreste.
Para já o Curiosity vai continuar, mas agora aos engenheiros que acompanham a missão vão estar mais atentos às fotos que vão chegando de Marte, que vai informando qual é o estado dos estragos já presentes.
Créditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS
O Rover tem uma velocidade máxima em chão liso e duro, de pouco mais de 4 centímetros por segundo e nos últimos três anos já realizou 10 quilómetros (abril 2015) em solo marciano.
E pedir ajuda da assistência em viagem, neste caso, nem a “Marta” pode ajudar.