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Delegação do Parlamento Europeu visita Taiwan para se reunir com líder da ilha

Delegação do Parlamento Europeu visita Taiwan para se reunir com líder da ilha

Uma delegação do Parlamento Europeu encontra-se em visita a Taiwan, onde deverá reunir-se com o líder da ilha e analisar a situação de segurança no Indo-Pacífico, informaram hoje fontes oficiais.

Lusa /
Líder de Taiwan, William Lai | Ritchie B. Tongo - EPA

Além de se encontrar com o Presidente William Lai Ching-te, a comitiva da Comissão de Segurança e Defesa do Parlamento Europeu, liderada pela presidente da comissão, a eurodeputada alemã Marie-Agnes Strack-Zimmermann, visitará também o parlamento local, o ministério da Defesa Nacional e a base naval de Zuoying (sul de Taiwan), além de outras instituições, segundo um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros taiwanês.

Durante a estadia, que se prolonga até 02 de abril, o grupo terá encontros com representantes dos setores público, privado e académico de Taiwan para discutir questões como o fornecimento de armamento, a proteção de cabos submarinos, o combate à desinformação e a "resiliência" em matéria de defesa, segundo o comunicado.

O ministério dos Negócios Estrangeiros expressou o "sincero agradecimento" ao Parlamento Europeu pelo "apoio contínuo" a Taiwan através de "ações concretas", garantindo que a ilha continuará a aprofundar a cooperação e os intercâmbios com a instituição com base na "sólida amizade existente".

A delegação inclui mais cinco eurodeputados: os espanhóis Nicolás Pascual de la Parte e José Cepeda, o estónio Urmas Paet, o letão Martins Stakis e o grego Nikolas Farantouris.

Esta visita coincide com a deslocação à China de um grupo de eurodeputados da Comissão do Mercado Interno do Parlamento Europeu, naquela que é a primeira visita de legisladores europeus ao país asiático em oito anos.

Taiwan não mantém relações diplomáticas formais com nenhum Estado europeu, com exceção do Vaticano, mas tem reforçado os laços com vários países europeus nos últimos anos, apesar da oposição da China continental, que considera a ilha autogovernada como "parte inalienável" do seu território.

 

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