Mundo
Detidos na Líbia. Há uma portuguesa entre grupo de ativistas de comboio humanitário de Gaza
Os ativistas tentavam cruzar um posto de controlo na Síria, a caminho de Gaza, mas foram detidos pelas forças de segurança.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que há uma cidadã portuguesa entre os dez ativistas do comboio humanitário terrestre com destino a Gaza que foram detidos pelas autoridades líbias no domingo.
“A cidadã nacional não terá sido autorizada a passar a fronteira com o Egito num dos pontos de verificação no território da Líbia, que, por motivos de segurança, só permite a passagem de cidadãos egípcios e líbios”, lê-se na nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros enviado às redações.
A portuguesa “encontra-se detida em Bhengazi, juntamente com um grupo de cidadãos de outras nacionalidades, sob a autoridade da polícia local, “alegadamente por cometimento de uma infração”. Os ativistas serão presentes a um tribunal que deverá determinar a sua expulsão do território.
A “Global Sumud Land Convoy” anunciou esta segunda-feira que dez ativistas oriundos da Espanha, Polónia, Itália, Argentina, Uruguai, Portugal, Tunísia e Estados Unidos tentaram cruzar um posto de controlo em Sirte, a caminho de Gaza, mas terão sido detidos por forças de segurança ligadas às Forças Armadas Árabes da Líbia, uma das duas principais fações governantes no país.
O MNE “tem vindo a acompanhar a situação da cidadã nacional e a prestar proteção consular através da Embaixada de Portugal em Tunes, em estreita coordenação com as autoridades italianas no quadro dos instrumentos de cooperação europeia em matéria consular”, afirma, acrescentando que envolveu também as embaixadas em Roma, em Ancara e no Cairo.
“De há muito que o Ministério dos Negócios Estrangeiros desaconselha qualquer viagem para a Líbia, conforme consta nos Conselhos aos Viajantes do Portal das Comunidades Portuguesas. Insiste neste conselho a todos os viajantes. O mesmo conselho vale para toda e qualquer viagem ou iniciativa que, de forma notória, comporte sérios riscos”, alerta o Ministério.
Operando em conjunto com a flotilha de Gaza que foi intercetada pelas forças navais israelitas na semana passada, o comboio humanitário terrestre partiu de Zlitan, na Líbia, no sábado, mas ficou parado nos arredores de Sirte no dia seguinte, devido a preocupações com um confronto com as forças líbias.
O comboio de 200 ativistas e trinta veículos, a maioria com casas móveis, procurou desafiar o bloqueio egípcio e israelita à Faixa de Gaza.
"O genocídio e o bloqueio a Gaza continuam, e o povo palestiniano não pode esperar por absurdos burocráticos para receber ajuda e auxílio", disse a Global Smud Flotilla, citada pelo Jerusalem Post.
“A cidadã nacional não terá sido autorizada a passar a fronteira com o Egito num dos pontos de verificação no território da Líbia, que, por motivos de segurança, só permite a passagem de cidadãos egípcios e líbios”, lê-se na nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros enviado às redações.
A portuguesa “encontra-se detida em Bhengazi, juntamente com um grupo de cidadãos de outras nacionalidades, sob a autoridade da polícia local, “alegadamente por cometimento de uma infração”. Os ativistas serão presentes a um tribunal que deverá determinar a sua expulsão do território.
A “Global Sumud Land Convoy” anunciou esta segunda-feira que dez ativistas oriundos da Espanha, Polónia, Itália, Argentina, Uruguai, Portugal, Tunísia e Estados Unidos tentaram cruzar um posto de controlo em Sirte, a caminho de Gaza, mas terão sido detidos por forças de segurança ligadas às Forças Armadas Árabes da Líbia, uma das duas principais fações governantes no país.
O MNE “tem vindo a acompanhar a situação da cidadã nacional e a prestar proteção consular através da Embaixada de Portugal em Tunes, em estreita coordenação com as autoridades italianas no quadro dos instrumentos de cooperação europeia em matéria consular”, afirma, acrescentando que envolveu também as embaixadas em Roma, em Ancara e no Cairo.
“De há muito que o Ministério dos Negócios Estrangeiros desaconselha qualquer viagem para a Líbia, conforme consta nos Conselhos aos Viajantes do Portal das Comunidades Portuguesas. Insiste neste conselho a todos os viajantes. O mesmo conselho vale para toda e qualquer viagem ou iniciativa que, de forma notória, comporte sérios riscos”, alerta o Ministério.
Operando em conjunto com a flotilha de Gaza que foi intercetada pelas forças navais israelitas na semana passada, o comboio humanitário terrestre partiu de Zlitan, na Líbia, no sábado, mas ficou parado nos arredores de Sirte no dia seguinte, devido a preocupações com um confronto com as forças líbias.
O comboio de 200 ativistas e trinta veículos, a maioria com casas móveis, procurou desafiar o bloqueio egípcio e israelita à Faixa de Gaza.
"O genocídio e o bloqueio a Gaza continuam, e o povo palestiniano não pode esperar por absurdos burocráticos para receber ajuda e auxílio", disse a Global Smud Flotilla, citada pelo Jerusalem Post.