Mundo
Dezenas de mortos em sismo na Indonésia
Um sismo de magnitude de 6.5 na escala de Richter ocorrido na província de Aceh fez pelo menos 93 mortos, mais de 500 feridos e várias dezenas de desaparecidos. As autoridades alertam que o número de vítimas poderá aumentar devido à enorme destruição de edifícios. As equipas de busca estão no local a tentar encontrar pessoas entre os escombros.
Doze anos depois, Aceh volta a ser fustigada pela natureza. A província indonésia que em 2004 ficou destruída na sequência do tsunami no Índico, foi atingida esta quarta-feira por um sismo de magnitude de 6.5 na escala de Richter, provocando pelo menos 93 vítimas mortais.
As autoridades esperam no entanto que o número de vítimas aumente de forma considerável, muito por culpa dos vários edifícios que ruiram durante o abalo.
Sutopo Nugroho, responsável pela agência nacional para a gestão de desastres naturais, esclarece à agência Reuters que já foi declarado o estado de emergência na região de Aceh. "Agora estamos focados em procurar as vítimas e possíveis sobreviventes debaixo dos escombros", refere o responsável.
Caos nos hospitais
Segundo aponta o jornal The Jakarta Post, o abalo provocou o colapso de vários edifícios, tendo destruido 105 lojas, 125 casas, 15 mesquitas, uma escola e um hospital.
Pidie Jaya, província com mais de 140 mil habitantes, situada na costa leste a 110 quilómetros de Banda Aceh, foi a região mais afetada.
As primeiras imagens que chegam da região mostram o caos nos hospitais, edifícios completamente destruídos e postes de eletricidade caídos. Entre as centenas de feridos, pelo menos 78 encontram-se em estado grave.
A situação é particularmente grave nos hospitais, com a falta de equipamentos e pessoal médico. Muitos dos feridos tiveram mesmo de recorrer a hospitais vizinhos na ilha, até porque o hospital de Pidie Jaya, a região mais afetada, ficou danificado com o sismo.
Aceh, localizada na ilha indonésia de Sumatra, foi uma das regiões mais afetadas pelo sismo e consequente tsunami que devastou o Sudeste Asiático, a 26 de dezembro de 2004, e fez mais de 120 mil mortos só nesta região.
O sismo desta quarta-feira foi sentido às 5h00 locais (22h03 em Lisboa). a 170 quilómetros de Banda Aceh, com oito quilómetros de profundidade.
Não foi emitido qualquer alerta de tsunami, mas registaram-se pelo menos cinco réplicas após o primeiro abalo.
A região afetada pelo sismo desta segunda-feira é predominantemente muçulmana. À hora do primeiro abalo, muitos preparavam as primeiras orações da manhã, segundo informaram as autoridade locais.
Nas cidades de Sigli e Tijue, situadas no litoral leste da ilha de Sumatra, a população fugiu de casa e procurou refúgio longe do mar, apesar de nenhum alerta de tsunami ter sido emitido.
A zona a norte da ilha de Sumatra está habituada a forte atividade sísmica, característica da região do Círculo de Fogo do Pacífico, decido ao embate de várias placas tectónicas.
As autoridades esperam no entanto que o número de vítimas aumente de forma considerável, muito por culpa dos vários edifícios que ruiram durante o abalo.
Sutopo Nugroho, responsável pela agência nacional para a gestão de desastres naturais, esclarece à agência Reuters que já foi declarado o estado de emergência na região de Aceh. "Agora estamos focados em procurar as vítimas e possíveis sobreviventes debaixo dos escombros", refere o responsável.
Caos nos hospitais
Segundo aponta o jornal The Jakarta Post, o abalo provocou o colapso de vários edifícios, tendo destruido 105 lojas, 125 casas, 15 mesquitas, uma escola e um hospital.
Pidie Jaya, província com mais de 140 mil habitantes, situada na costa leste a 110 quilómetros de Banda Aceh, foi a região mais afetada.
As primeiras imagens que chegam da região mostram o caos nos hospitais, edifícios completamente destruídos e postes de eletricidade caídos. Entre as centenas de feridos, pelo menos 78 encontram-se em estado grave.
A situação é particularmente grave nos hospitais, com a falta de equipamentos e pessoal médico. Muitos dos feridos tiveram mesmo de recorrer a hospitais vizinhos na ilha, até porque o hospital de Pidie Jaya, a região mais afetada, ficou danificado com o sismo.
Aceh, localizada na ilha indonésia de Sumatra, foi uma das regiões mais afetadas pelo sismo e consequente tsunami que devastou o Sudeste Asiático, a 26 de dezembro de 2004, e fez mais de 120 mil mortos só nesta região.
O sismo desta quarta-feira foi sentido às 5h00 locais (22h03 em Lisboa). a 170 quilómetros de Banda Aceh, com oito quilómetros de profundidade.
Não foi emitido qualquer alerta de tsunami, mas registaram-se pelo menos cinco réplicas após o primeiro abalo.
A região afetada pelo sismo desta segunda-feira é predominantemente muçulmana. À hora do primeiro abalo, muitos preparavam as primeiras orações da manhã, segundo informaram as autoridade locais.
Nas cidades de Sigli e Tijue, situadas no litoral leste da ilha de Sumatra, a população fugiu de casa e procurou refúgio longe do mar, apesar de nenhum alerta de tsunami ter sido emitido.
A zona a norte da ilha de Sumatra está habituada a forte atividade sísmica, característica da região do Círculo de Fogo do Pacífico, decido ao embate de várias placas tectónicas.