Mundo
Ébola faz subir o preço dos alimentos
O surto do Ébola está já a manifestar-se na falta de alimentos nos países afetados por este vírus. A alimentação está a tornar-se mais cara e tenderá a escassear por causa da incapacidade dos agricultores de trabalharem nos campos.
São já mais de 1.500 as vítimas mortais do Ébola na África Ocidental, o que obrigou as autoridades a isolar algumas cidades para tentar travar a propagação do vírus. Esta medida tem impedido os trabalhadores de se deslocarem para os campos e fazerem as colheitas.
Os países fronteiriços também têm adotado medidas preventivas e são vários os registos de voos cancelados de e para os países afetados. Os portos também estão com menos tráfego, o que condiciona a chegada de alimentos aos países onde o Ébola se tem manifestado.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, as populações da Guiné, Libéria e Serra Leoa têm sido alimentadas através do apoio internacional que têm recebido. A organização referiu ainda que uma estimativa de 1,3 milhões de pessoas destes países vão precisar de apoio na alimentação nos próximos meses.
Citado pela agência Associated Press, Vincent Martin, que coordena as estratégias da organização para responder a esta crise, revelou que “antes do surto do Ébola, as famílias em algumas das áreas afetadas gastavam até 80 por cento dos rendimentos em comida”, e acrescentou ainda que “esta subida de preços está a por a alimentação fora do alcance” destas pessoas.

A Organização Mundial de Saúde (OMS), escreve a Associated Press, já pediu aos países para abrirem as fronteiras porque o encerramento está a impedir as ajudas de chegarem a quem precisa. A Costa do Marfim decidiu, na noite de segunda-feira, manter o isolamento da Guiné e Libéria, mas mostrou intenção de abrir um corredor para permitir a chegada de apoio humanitário.
Um outro caso do surto do Ébola deu-se no Congo, país onde se acredita estar a origem do vírus. Até agora, foram diagnosticados 53 casos da doença neste país, dos quais 31 levaram à morte, avançou a OMS.
Os países fronteiriços também têm adotado medidas preventivas e são vários os registos de voos cancelados de e para os países afetados. Os portos também estão com menos tráfego, o que condiciona a chegada de alimentos aos países onde o Ébola se tem manifestado.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, as populações da Guiné, Libéria e Serra Leoa têm sido alimentadas através do apoio internacional que têm recebido. A organização referiu ainda que uma estimativa de 1,3 milhões de pessoas destes países vão precisar de apoio na alimentação nos próximos meses.
Citado pela agência Associated Press, Vincent Martin, que coordena as estratégias da organização para responder a esta crise, revelou que “antes do surto do Ébola, as famílias em algumas das áreas afetadas gastavam até 80 por cento dos rendimentos em comida”, e acrescentou ainda que “esta subida de preços está a por a alimentação fora do alcance” destas pessoas.
A Organização Mundial de Saúde (OMS), escreve a Associated Press, já pediu aos países para abrirem as fronteiras porque o encerramento está a impedir as ajudas de chegarem a quem precisa. A Costa do Marfim decidiu, na noite de segunda-feira, manter o isolamento da Guiné e Libéria, mas mostrou intenção de abrir um corredor para permitir a chegada de apoio humanitário.
Um outro caso do surto do Ébola deu-se no Congo, país onde se acredita estar a origem do vírus. Até agora, foram diagnosticados 53 casos da doença neste país, dos quais 31 levaram à morte, avançou a OMS.