Mundo
Egito. Polícia anuncia morte de 40 suspeitos de terrorismo
O Ministério do Interior egípcio anunciou a morte de 40 suspeitos de terrorismo, numa operação que decorreu simultaneamente em três locais, em Sinai do Norte e Gizé. As autoridades não confirmam a existência de uma relação entre os raides e a explosão que, perto das pirâmides de Gizé, provocou a morte de quatro pessoas.
As forças de segurança egípcias não confirmam, nem rejeitam, que os suspeitos aniquilados tivessem alguma ligação com a bomba que explodiu na sexta-feira, à passagem de um autocarro turístico.
Uma bomba de fabrico artesanal, escondida junto a um muro, foi ativada à distância quando o autocarro passava. Três turistas vietnamitas e um guia egípcio morreram; 12 pessoas ficaram feridas.
As forças de segurança também mataram 10 supostos terroristas no Sinai do Norte, onde o Egito enfrenta uma insurgência do Estado Islâmico.
O ministério não deu detalhes sobre as identidades dos suspeitos, nem referiu se se verificaram baixas ou feridos entre os militares. Contudo, as autoridades egípcias publicaram fotografias dos corpos.
A operação aconteceu horas depois um atentado a um autocarro com 14 turistas vietnamitas, a menos de quatro quilómetros das famosas pirâmides de Gizé. Eram 18h45 em Gizé (16h15 em Lisboa), e o autocarro tinha-se desviado da rota prevista sem alertar as forlas de segurança, afirmou o primeiro-ministro Mostafa Madbouly. Foi o primeiro atentado a vitimar turistas estrangeiros no Egito desde julho do ano passado e ainda não foi reivindicado.
O ataque constitui um duro golpe na tentativa de recuperar o turismo, setor económico vital para o Egito mas muito afetado pela instabilidade política desde a Primavera Árabe, em 2011.
Uma bomba de fabrico artesanal, escondida junto a um muro, foi ativada à distância quando o autocarro passava. Três turistas vietnamitas e um guia egípcio morreram; 12 pessoas ficaram feridas.
No entanto, o Ministério do Interior informou que 30 pessoas foram mortas durante operações efetuadas em Gizé e que "elementos terroristas" planeavam vários ataques contra instituições estatais, locais turísticos, igrejas, além de pessoal militar.
A agência estatal de notícias MENA avança que os suspeitos morreram durante uma troca de fogo.
O exército e a polícia egípcios estão, desde fevereiro, a combater militantes islâmicos que visam a Península de Sinai, bem como regiões do Sul e a fronteira com a Líbia.
O ministério não deu detalhes sobre as identidades dos suspeitos, nem referiu se se verificaram baixas ou feridos entre os militares. Contudo, as autoridades egípcias publicaram fotografias dos corpos.
A operação aconteceu horas depois um atentado a um autocarro com 14 turistas vietnamitas, a menos de quatro quilómetros das famosas pirâmides de Gizé. Eram 18h45 em Gizé (16h15 em Lisboa), e o autocarro tinha-se desviado da rota prevista sem alertar as forlas de segurança, afirmou o primeiro-ministro Mostafa Madbouly. Foi o primeiro atentado a vitimar turistas estrangeiros no Egito desde julho do ano passado e ainda não foi reivindicado.
O ataque constitui um duro golpe na tentativa de recuperar o turismo, setor económico vital para o Egito mas muito afetado pela instabilidade política desde a Primavera Árabe, em 2011.
O Egito está a conseguir atrair mais turistas, tendo sido o destino de 8,3 milhões de pessoas em 2017, de acordo com o Financial Times.
No entanto, o número ainda está distante longe dos 15 milhões de visitantes registados em 2010.
C/ agências