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Escolas de Xinjiang desencorajam a prática de religião em casa

Escolas de Xinjiang desencorajam a prática de religião em casa

As escolas da maior região muçulmana da China, Xinjiang, onde vários ataques mataram centenas de pessoas nos últimos meses, vão ativamente desencorajar práticas religiosas em casa, diz hoje a imprensa oficial.

Lusa /

Os diretores de mais de 2.000 infantários, escolas primárias e secundárias em Kashgar, junto à fronteira da China com o Paquistão, comprometeram-se a "defender a escola contra a infiltração da religião", de acordo com o jornal oficial Global Times.

Os membros do Partido Comunista, professores e estudantes menores não devem praticar religião, nem na escola nem em casa, disse ao jornal um responsável pela pasta da educação.

Em Xinjiang vivem mais de 10 milhões de muçulmanos, a maioria membros da minoria uigur, alguns dos quais descontentes com o Governo de Pequim. Em toda a região, crianças com menos de 18 anos são proibidas de entrar em mesquita.

Pequim culpou os separatistas de Xinjiang, motivados por extremismo religioso, por uma série de ataques violentos, e relacionou-os com grupos estrangeiros.

Os grupos de direitos humanos acusam a China de repressão cultural e religiosa, que consideram fomentar a agitação.

 

 

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