Mundo
Espanha pede devolução de ajudas estatais a carros envolvidos no escândalo Volkswagen
O governo espanhol quer exigir a devolução de ajudas estatais à Seat, braço espanhol da Volkswagen, relativamente aos carros produzidos em Espanha e que se encontram envolvidos no escândalo da marca alemã. Quem o diz é o ministro da Indústria, Energia e Turismo espanhol, José Manuel Soria. A Suíça já suspendeu a venda de carros da marca no seu território.
O ministro espanhol explicou que se encontra em contacto permanente com a Volkswagen para ter certezas sobre o número de carros vendidos, tanto em Espanha como fora do país, que contenham o software que permite a manipulação das emissões poluentes envolvidos no escândalo da grande marca alemã de carros.
José Manuel Soria garantiu ainda que a Volkswagen prometeu continuar o investimento previsto para Espanha e que o escândalo que rebentou na última semana não irá afetar a atividade e emprego no país vizinho.
O ministro da Indústria, Energia e Turismo explicou ainda que também se encontra permanentemente em contacto com a Seat, garantindo que o investimento de mais de três mil milhões do grupo alemão se irá manter por Espanha.
Suíça proíbe venda de carros a gasóleo
Uma das consequências do escândalo que abalou a América e a Europa veio da Suíça. O país helvético decidiu suspender, temporariamente, a venda de carros a gasóleo da Volkswagen, potencialmente equipados com o mecanismo que manipulam as emissões de gases poluentes.
De acordo com a agência suíça responsável pelo setor dos transportes, perto de 180 mil veículos produzidos pela Audi, Skoda, Seat e Volkswagen, entre os anos de 2009 e 2014 podem estar entre os que falseiam a emissão de gases poluentes.
A Suíça é um dos dez países que já tomou medidas devido à venda fraudulenta de carros entre 2009 e 2014, isto depois do anúncio de Matthias Mueller, presidente da Porsche, como o novo presidente executivo da Volkswagen, líder mundial na venda de carros.
O escândalo rebentou nesta última semana, nos Estados Unidos, e ficou a descoberto quando a marca admitiu que pelo menos 11 milhões dos seus carros contêm um dispositivo que permite a mudar as emissões de gases poluentes e que desligam os controlos de poluição quando os carros são conduzidos e impedem emissões quando os testes estão a ser realizados.
A agência suíça dos transportes já declarou que criou um grupo para investigar quais os carros que contêm o software manipulador, estando em contato com várias autoridades, tanto na Suíça como na Alemanha.
José Manuel Soria garantiu ainda que a Volkswagen prometeu continuar o investimento previsto para Espanha e que o escândalo que rebentou na última semana não irá afetar a atividade e emprego no país vizinho.
O ministro da Indústria, Energia e Turismo explicou ainda que também se encontra permanentemente em contacto com a Seat, garantindo que o investimento de mais de três mil milhões do grupo alemão se irá manter por Espanha.
Suíça proíbe venda de carros a gasóleo
Uma das consequências do escândalo que abalou a América e a Europa veio da Suíça. O país helvético decidiu suspender, temporariamente, a venda de carros a gasóleo da Volkswagen, potencialmente equipados com o mecanismo que manipulam as emissões de gases poluentes.
De acordo com a agência suíça responsável pelo setor dos transportes, perto de 180 mil veículos produzidos pela Audi, Skoda, Seat e Volkswagen, entre os anos de 2009 e 2014 podem estar entre os que falseiam a emissão de gases poluentes.
A Suíça é um dos dez países que já tomou medidas devido à venda fraudulenta de carros entre 2009 e 2014, isto depois do anúncio de Matthias Mueller, presidente da Porsche, como o novo presidente executivo da Volkswagen, líder mundial na venda de carros.
O escândalo rebentou nesta última semana, nos Estados Unidos, e ficou a descoberto quando a marca admitiu que pelo menos 11 milhões dos seus carros contêm um dispositivo que permite a mudar as emissões de gases poluentes e que desligam os controlos de poluição quando os carros são conduzidos e impedem emissões quando os testes estão a ser realizados.
A agência suíça dos transportes já declarou que criou um grupo para investigar quais os carros que contêm o software manipulador, estando em contato com várias autoridades, tanto na Suíça como na Alemanha.