Estados Unidos iniciam análise da presença militar na Europa

Estados Unidos iniciam análise da presença militar na Europa

Os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira o início da reavaliação da presença militar na Europa, na sequência das declarações nesse sentido feitas pelo secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, em junho, durante uma reunião da NATO.

Lusa / Adicionar como fonte informativa
Ken Cedeno - Reuters

"Tal como o secretário tinha então explicado, tratar-se-á de uma verdadeira revisão, concebida para garantir que a NATO avance rapidamente e de forma irreversível no sentido de uma Europa que assuma a responsabilidade principal pela sua defesa convencional", explicou na rede social X o número dois do Pentágono, Elbridge Colby.

"O resultado desta avaliação será uma aceleração da transição da NATO para uma aliança mais sólida, mais equitativa e mais sustentável", afirmou ainda.

Os Estados Unidos tinham criticado os países europeus que recusaram às forças norte-americanas a utilização das bases da NATO no seu território durante a guerra contra o Irão.

Pete Hegseth também tinha ameaçado a Aliança com a redução da contribuição norte-americana para o orçamento da organização, caso alguns Estados se recusassem a cumprir os compromissos assumidos no ano passado na cimeira da NATO em Haia.

Nessa cimeira, os Aliados prometeram dedicar, até 2035, pelo menos 5% do Produto Interno Bruto (PIB) às despesas de segurança, dos quais 3,5% para despesas estritamente militares.

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