Mundo
Húngaros já estão a votar para escolher entre Orbán e Magyar
Os húngaros começaram hoje a votar nas eleições legislativas, que poderão pôr fim a 16 anos de poder de Viktor Orbán, um escrutínio acompanhado com atenção por muitas capitais em todo o mundo, sobretudo na Europa e EUA.
As mesas de voto abriram às 06:00 (05:00 em Lisboa) e encerram às 19:00 locais.
Os 7,5 milhões de eleitores no país, bem como os mais de 500.000 registados no estrangeiro, têm de escolher entre cinco partidos, num sistema eleitoral maioritário misto muito favorável ao Fidesz, de Órban.
As sondagens de institutos independentes prevêem uma vitória esmagadora do partido Tisza, do conservador pró-europeu Peter Magyar, que conseguiu, em dois anos, construir um movimento de oposição capaz de fazer sombra ao primeiro-ministro nacionalista húngaro, cuja popularidade tem vindo a diminuir ao mesmo ritmo que o crescimento do país.
As instituições próximas do poder prevêem, por sua vez, uma vitória da coligação Fidesz-KDNP de Viktor Orbán, que procura um quinto mandato consecutivo.
Os sinais de nervosismo são palpáveis entre as fileiras do Fidesz, que recebeu o apoio muito veemente do Presidente norte-americano, Donald Trump.
O seu vice-presidente, JD Vance, deslocou-se a Budapeste na semana passada para elogiar os méritos de Viktor Orbán e criticar a ingerência dos "burocratas de Bruxelas".
O próprio Donald Trump multiplicou as mensagens na sexta-feira, prometendo colocar o "poder económico" dos Estados Unidos ao serviço de Viktor Orbán, a quem atribui o mérito de encarnar a luta contra a imigração e a defesa da "civilização ocidental".
O líder húngaro, também próximo do Presidente russo, Vladimir Putin, tem criticado regularmente as sanções da União Europeia contra a Rússia desde que esta invadiu a Ucrânia em 2022.
Embora Bruxelas tenha evitado pronunciar-se abertamente sobre as eleições, "a maioria dos Estados-membros ficará bastante satisfeita por se livrar de Orban", segundo um diplomata europeu à AFP, segundo o qual "a paciência atingiu os seus limites".
Viktor Orban, de 62 anos, opôs-se frequentemente aos outros 26 Estados-Membros, e Bruxelas, que o acusa de minar o Estado de direito, congelou milhares de milhões de euros em financiamentos.
Os 7,5 milhões de eleitores no país, bem como os mais de 500.000 registados no estrangeiro, têm de escolher entre cinco partidos, num sistema eleitoral maioritário misto muito favorável ao Fidesz, de Órban.
As sondagens de institutos independentes prevêem uma vitória esmagadora do partido Tisza, do conservador pró-europeu Peter Magyar, que conseguiu, em dois anos, construir um movimento de oposição capaz de fazer sombra ao primeiro-ministro nacionalista húngaro, cuja popularidade tem vindo a diminuir ao mesmo ritmo que o crescimento do país.
As instituições próximas do poder prevêem, por sua vez, uma vitória da coligação Fidesz-KDNP de Viktor Orbán, que procura um quinto mandato consecutivo.
Os sinais de nervosismo são palpáveis entre as fileiras do Fidesz, que recebeu o apoio muito veemente do Presidente norte-americano, Donald Trump.
O seu vice-presidente, JD Vance, deslocou-se a Budapeste na semana passada para elogiar os méritos de Viktor Orbán e criticar a ingerência dos "burocratas de Bruxelas".
O próprio Donald Trump multiplicou as mensagens na sexta-feira, prometendo colocar o "poder económico" dos Estados Unidos ao serviço de Viktor Orbán, a quem atribui o mérito de encarnar a luta contra a imigração e a defesa da "civilização ocidental".
O líder húngaro, também próximo do Presidente russo, Vladimir Putin, tem criticado regularmente as sanções da União Europeia contra a Rússia desde que esta invadiu a Ucrânia em 2022.
Embora Bruxelas tenha evitado pronunciar-se abertamente sobre as eleições, "a maioria dos Estados-membros ficará bastante satisfeita por se livrar de Orban", segundo um diplomata europeu à AFP, segundo o qual "a paciência atingiu os seus limites".
Viktor Orban, de 62 anos, opôs-se frequentemente aos outros 26 Estados-Membros, e Bruxelas, que o acusa de minar o Estado de direito, congelou milhares de milhões de euros em financiamentos.