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Infetados com hantavírus retirados de navio cruzeiro ao largo de Cabo Verde
Os doentes infetados com hantavírus estão a abandonar o navio cruzeiro ao largo de Cabo Verde e serão agora repatriados.
Os passageiros foram retirados de barco esta terça-feira ao final da tarde e deverão ser transportados num avião-ambulância desde o Aeroporto Internacional da Praia, em Cabo Verde, para os Países Baixos, onde residem.
A diretora-geral da Saúde de Portugal afirmou esta terça-feira que o surto de hantavírus no navio, do qual já resultaram três vítimas mortais, é uma "situação circunscrita" que representa atualmente um baixo risco para Portugal.
A Organização Mundial da Saúde disse, por sua vez, que a hipótese mais provável é que a infeção tenha ocorrido fora do cruzeiro.
O navio, com 149 pessoas (88 passageiros) de 23 nacionalidades fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, de onde saiu a 20 de março, e as ilhas Canárias, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.
Segundo a OMS, os relatos de doença a bordo foram recebidos entre 6 e 28 de abril, sobretudo febre e sintomas gastrointestinais, com rápida progressão para pneumonia, síndrome respiratória aguda e choque.
A OMS avalia atualmente como baixo o risco para a população global decorrente deste surto e diz que continuará a monitorizar a situação epidemiológica e a atualizar a avaliação de risco.
Segundo a OMS, os relatos de doença a bordo foram recebidos entre 6 e 28 de abril, sobretudo febre e sintomas gastrointestinais, com rápida progressão para pneumonia, síndrome respiratória aguda e choque.
A OMS avalia atualmente como baixo o risco para a população global decorrente deste surto e diz que continuará a monitorizar a situação epidemiológica e a atualizar a avaliação de risco.
c/ Lusa