Mundo
Japão abalado por sismo de magnitude de 7,1
O nordeste do Japão voltou hoje a ser atingido por um forte sismo que teve a magnitude de 7,1 . Durante noventa minutos esteve em vigor um novo alerta de tsunami e os trabalhadores da central de Fukushima receberam ordens para abandonar o local, mas a companhia responsável garante que não há notícia de mais danos nas instalações nucleares danificadas.
O sismo de hoje ocorreu a 25 quilómetros de profundidade e, praticamente, no mesmo local onde se deu o abalo de 9.0 no mês passado. O epicentro foi 40 quilómetros ao largo da costa este de Honshu, a 118 quilómetros de Fukushima. Inicialmente foi-lhe atribuída uma magnitude de 7,4 mas o número foi depois revisto em baixa para 7.1.
Mesmo assim terá durado cerca de um minuto e foi suficientemente forte para abanar os edifícios em Tóquio, 256 quilómetros mais a sul.
Em Ichinoseki, os prédios tremeram com grande violência e os objetos e mobílias no interior das casas caíram ao chão, mas não há registo de danos nas estruturas propriamente ditas. Imediatamente a seguir ao sismo a energia foi cortada, mas os carros continuaram a circular e as pessoas aglomeraram-se nas ruas, apesar do adiantado da hora.
A Agência de Meteorologia do Japão emitiu alertas de tsunami e conselhos às populações que habitam numa faixa costeira de 420 quilómetros da prefeitura de Ibaraki no centro do país até norte da capital. Este alerta acabaria por ser levantado 90 minutos depois.
A seguir ao grande sismo de 11 de março foram registadas centenas de réplicas, mas raramente ultrapassaram os 7.0 de magnitude. Pensa-se que nesse terramoto e no tsunami que se seguiu tenham morrido pelo menos 25.000 pessoas.
Mesmo assim terá durado cerca de um minuto e foi suficientemente forte para abanar os edifícios em Tóquio, 256 quilómetros mais a sul.
Em Ichinoseki, os prédios tremeram com grande violência e os objetos e mobílias no interior das casas caíram ao chão, mas não há registo de danos nas estruturas propriamente ditas. Imediatamente a seguir ao sismo a energia foi cortada, mas os carros continuaram a circular e as pessoas aglomeraram-se nas ruas, apesar do adiantado da hora.
A Agência de Meteorologia do Japão emitiu alertas de tsunami e conselhos às populações que habitam numa faixa costeira de 420 quilómetros da prefeitura de Ibaraki no centro do país até norte da capital. Este alerta acabaria por ser levantado 90 minutos depois.
A seguir ao grande sismo de 11 de março foram registadas centenas de réplicas, mas raramente ultrapassaram os 7.0 de magnitude. Pensa-se que nesse terramoto e no tsunami que se seguiu tenham morrido pelo menos 25.000 pessoas.