Mundo
Jens Stoltenberg analisa desenvolvimentos político-militares no PE
O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, está esta quinta-feira no Parlamento Europeu para participar numa reunião conjunta do comité de Negócios Estrangeiros e do subcomité de Segurança e Defesa para abordar os últimos desenvolvimentos político-militares no panorama internacional.
Stoltenberg fará uma intervenção inicial, seguindo-se uma troca de pontos de vista com os eurodeputados.
A invasão russa da Ucrânia, iniciada há cerca de um ano e meio, e o apoio fornecido pelos aliados a Kiev será o assunto em destaque.
Expectável é também a discussão sobre o processo de formação de pilotos ucranianos para operarem os caças F-16, assunto que tem preocupado os eurodeputados e outras vozes em vários países da União Europeia (UE) que demonstraram apreensão com o envio destas aeronaves para a Ucrânia.
Kiev tem vindo a pressionar os aliados ocidentais há vários meses para que lhe forneçam F-16 de fabrico norte-americano. As forças ucranianas continuam a utilizar aviões de combate da era soviética e a contraofensiva iniciada em junho está a avançar sem apoio aéreo, o que, segundo analistas, constitui uma grande desvantagem.
O reposicionamento estratégico em relação à China também deverá ser abordado, uma vez que coincide com os objetivos da Comissão Europeia para os próximos anos.
A invasão russa da Ucrânia, iniciada há cerca de um ano e meio, e o apoio fornecido pelos aliados a Kiev será o assunto em destaque.
Expectável é também a discussão sobre o processo de formação de pilotos ucranianos para operarem os caças F-16, assunto que tem preocupado os eurodeputados e outras vozes em vários países da União Europeia (UE) que demonstraram apreensão com o envio destas aeronaves para a Ucrânia.
Kiev tem vindo a pressionar os aliados ocidentais há vários meses para que lhe forneçam F-16 de fabrico norte-americano. As forças ucranianas continuam a utilizar aviões de combate da era soviética e a contraofensiva iniciada em junho está a avançar sem apoio aéreo, o que, segundo analistas, constitui uma grande desvantagem.
O reposicionamento estratégico em relação à China também deverá ser abordado, uma vez que coincide com os objetivos da Comissão Europeia para os próximos anos.