Jerónimo Martins e Continente estão entras as 150 maiores empresas do mundo

Jerónimo Martins e Continente estão entras as 150 maiores empresas do mundo

Lisboa, 15 Jan (Lusa) - As duas maiores cadeias portuguesas de retalho estão entre as 150 maiores empresas do sector no mundo, segundo o relatório "2008 Global Powers of Retail", hoje divulgado pela consultora Deloitte.

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O ranking, que identifica as 250 maiores empresas do sector do retalho, continua a ser liderado pela norte-americana Wal-Mart, seguida pela francesa Carrefour, que no final de 2007 deixou de operar em Portugal.

A maior empresa portuguesa do sector é a Jerónimo Martins, que ocupa a 138ª posição, tendo subido 12 posições relativamente ao lugar ocupado no estudo de 2006.

A outra empresa portuguesa que está nesta lista é a Modelo-Continente, no 183º lugar, tendo ganho sete posições desde o relatório de 2006.

A Jerónimo Martins opera em Portugal e na Polónia, enquanto a Modelo-Continente, que adquiriu as lojas da Carrefour, está só presente em Portugal.

A Deloitte indica que o ranking deste ano assinala a entrada de retalhistas chineses e russos na lista restrita das 250 maiores empresas do mundo deste sector.

Segundo o relatório, são seis os retalhistas da Rússia e da China que figuram pela primeira vez no ranking mundial das 250 maiores empresas deste sector.

O destaque vai para o grupo chinês Bailian, que entrou directamente para a 101ª posição, enquanto o retalhista russo mais bem colocado foi o grupo X5 Retail Group, que ocupa a 191ª posição.

Entre os 10 primeiros, regista-se apenas a ascensão da britânica Tesco ao quarto lugar do ranking, superando a germânica Metro, beneficiando de um aumento de oito por cento das vendas, entre 2005 e 2006.

O volume total de vendas das empresas incluídas no ranking dos 250 maiores retalhistas mundiais ascendeu a 3,25 mil milhões de dólares no exercício de 2006, o que corresponde a um aumento de oito por cento em relação ao ano anterior, de acordo a Deloitte.

Apenas 36 empresas registaram um decréscimo das vendas em 2006, contra 49 em 2005.

RSF.

Lusa/Fim


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