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Mesas de voto abertas em França para a segunda volta das eleições autárquicas
As mesas de voto abriram hoje às 08:00 locais (07:00 GMT) em França para a segunda volta das eleições autárquicas, a última votação importante antes das eleições presidenciais de 2027.
Os eleitores de 1.580 municípios são chamados a dirigir-se às urnas, num total de cerca de 35.000 municípios franceses, muitos dos quais já elegeram os seus presidentes de câmara no passado domingo, 15 de março, numa primeira volta marcada por uma taxa de abstenção recorde de 42% (excluindo o período da pandemia de covid-19).
Os resultados da segunda volta estão a ser observados como o 'pontapé de saída' da campanha presidencial.
Favorito anunciado pelas sondagens na primeira volta das eleições presidenciais de 2027, o partido de extrema-direita União Nacional (RN, na sigla em francês) ambiciona consolidar a sua presença ao nível local, depois de se ter tornado o partido mais votado em França nas legislativas de 2024.
Dez dos seus candidatos foram reeleitos e outros 14 foram eleitos na primeira volta das autárquicas.
Em Paris, a última semana reacendeu uma expectativa: uma viragem à direita na capital do país, há 25 anos liderada pela esquerda, seria altamente simbólica.
Na última semana, foram negociadas fusões de listas da direita tradicional com a extrema-direita em alguns concelhos. O mesmo aconteceu no campo da esquerda e da esquerda radical, com estes acordos locais a serem motivo de satisfação para alguns, mas de indignação e confusão para outros
Os resultados da segunda volta estão a ser observados como o 'pontapé de saída' da campanha presidencial.
Favorito anunciado pelas sondagens na primeira volta das eleições presidenciais de 2027, o partido de extrema-direita União Nacional (RN, na sigla em francês) ambiciona consolidar a sua presença ao nível local, depois de se ter tornado o partido mais votado em França nas legislativas de 2024.
Dez dos seus candidatos foram reeleitos e outros 14 foram eleitos na primeira volta das autárquicas.
Em Paris, a última semana reacendeu uma expectativa: uma viragem à direita na capital do país, há 25 anos liderada pela esquerda, seria altamente simbólica.
Na última semana, foram negociadas fusões de listas da direita tradicional com a extrema-direita em alguns concelhos. O mesmo aconteceu no campo da esquerda e da esquerda radical, com estes acordos locais a serem motivo de satisfação para alguns, mas de indignação e confusão para outros