Mundo
Moçambique lança concurso para 16 áreas de gás e petróleo
O governo moçambicano vai lançar na quinta-feira um novo concurso para concessão de 16 áreas de pesquisa e produção de petróleo e gás, anunciou o Instituto Nacional de Petróleo (INP).
O país pretende atender à necessidade de "transição energética" com recurso a energias mais limpas, como o gás natural, "um potencial energético de Moçambique para, a longo prazo, contribuir para novas abordagens de desenvolvimento do setor", justificou o presidente do INP, Carlos Zacarias, em comunicado.
O processo vai procurar petrolíferas interessadas nas áreas distribuídas por quatro regiões distintas: cinco estão localizadas na bacia do Rovuma, sete em Angoche, duas no Delta do Zambeze e duas no Save, perfazendo mais de 92.000 quilómetros quadrados.
Uma das regiões, a bacia do Rovuma, sob o fundo oceânico em alto mar ao largo da costa de Cabo Delgado (norte do país), já tem áreas atribuídas.
Algumas das maiores reservas de gás do mundo foram ali descobertas e vão começar a ser exploradas em 2022.
Moçambique tem ainda áreas atribuídas no âmbito do quinto concurso cuja prospeção aguarda o arranque.
Agora, no sexto concurso, haverá 10 meses para obter interessados, a partir do lançamento que vai ocorrer na quinta-feira, em Maputo, até a divulgação dos resultados, em outubro de 2022.
O lançamento ocorre cerca de três meses após a aprovação da nova Estratégia de Concessão de Áreas que prevê "a pesquisa contínua e sistemática de hidrocarbonetos nas bacias de Moçambique", esclareceu o INP.
O objetivo é "promover o investimento nacional e estrangeiro, além de reduzir o tempo" entre concursos para concessão de áreas, de três para dois anos.
"Pretendemos com este concurso avaliar o potencial petrolífero do nosso país, e os recursos descobertos serão colocados à disposição da sociedade, para impulsionar desenvolvimento socioeconómico de Moçambique", concluiu Carlos Zacarias.
O processo vai procurar petrolíferas interessadas nas áreas distribuídas por quatro regiões distintas: cinco estão localizadas na bacia do Rovuma, sete em Angoche, duas no Delta do Zambeze e duas no Save, perfazendo mais de 92.000 quilómetros quadrados.
Uma das regiões, a bacia do Rovuma, sob o fundo oceânico em alto mar ao largo da costa de Cabo Delgado (norte do país), já tem áreas atribuídas.
Algumas das maiores reservas de gás do mundo foram ali descobertas e vão começar a ser exploradas em 2022.
Moçambique tem ainda áreas atribuídas no âmbito do quinto concurso cuja prospeção aguarda o arranque.
Agora, no sexto concurso, haverá 10 meses para obter interessados, a partir do lançamento que vai ocorrer na quinta-feira, em Maputo, até a divulgação dos resultados, em outubro de 2022.
O lançamento ocorre cerca de três meses após a aprovação da nova Estratégia de Concessão de Áreas que prevê "a pesquisa contínua e sistemática de hidrocarbonetos nas bacias de Moçambique", esclareceu o INP.
O objetivo é "promover o investimento nacional e estrangeiro, além de reduzir o tempo" entre concursos para concessão de áreas, de três para dois anos.
"Pretendemos com este concurso avaliar o potencial petrolífero do nosso país, e os recursos descobertos serão colocados à disposição da sociedade, para impulsionar desenvolvimento socioeconómico de Moçambique", concluiu Carlos Zacarias.